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Acer Aspire Go 15: notebook intermediário vale o preço?

O Acer Aspire Go 15 chegou ao Brasil para ocupar um espaço competitivo: o de notebooks intermediários com bom custo-benefício. Vendido no Mercado Livre a partir de R$ 5.699, ele promete atender quem usa o computador como ferramenta principal de trabalho e também para tarefas do dia a dia. Mas será que entrega tudo o que promete?

Testamos o modelo com processador Intel Core i7-13620H de 13ª geração, 16 GB de RAM DDR5, 512 GB de SSD e tela touchscreen de 15,6 polegadas. A seguir, você confere os pontos fortes, as limitações e, claro, uma resposta direta: vale ou não vale o investimento?

Design: elegante, mas grande demais para a mochila?

O visual do Aspire Go 15 é um acerto para quem busca discrição. Na cor verde escuro, o notebook tem linhas retas e minimalistas, sem firulas. A construção parece robusta, o touchpad é espaçoso e o teclado oferece bom curso nas teclas — tudo que se espera de uma máquina focada em produtividade.

O problema está no tamanho. Com 362,9 mm de largura e 1,8 kg, ele não é um notebook leve ou compacto. Para quem precisa levar o computador diariamente no transporte público ou encaixá-lo em mochilas pequenas, a experiência pode ser frustrante. A espessura de 19,95 mm até que é razoável, mas a área total é grande.

Na visão do MundoManchete, a Acer acertou no estilo, mas errou ao não oferecer uma versão mais compacta para quem prioriza mobilidade. Se o notebook vai ficar fixo na mesa do escritório ou em casa, o design é ótimo. Se você vive se deslocando, talvez seja melhor considerar um modelo de 14 polegadas.

Tela e som: o touchscreen é útil ou enfeite?

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A tela LCD IPS de 15,6 polegadas tem resolução Full HD (1920 x 1080) e taxa de 60 Hz. A qualidade de imagem é boa para o segmento: cores razoavelmente fiéis, ângulos de visão amplos e nitidez satisfatória para planilhas, textos e vídeos. O brilho de 220 nits, porém, é um ponto fraco. Em ambientes muito iluminados ou perto de janelas, a tela fica com reflexos incômodos e perde contraste.

O grande diferencial é o touchscreen. Na prática, o recurso funcionou bem nos testes, mas foi pouco útil no dia a dia de trabalho. Navegar com o touchpad ainda é mais preciso e rápido. A exceção fica para jogos casuais, onde tocar na tela pode ser mais natural. No geral, o touch acaba sendo um extra que encarece o produto sem agregar muito valor para a maioria dos usuários.

Já o som surpreende positivamente. Os dois alto-falantes estéreo de 2 W, combinados com a tecnologia AcerTrueHarmony, entregam áudio limpo e volume suficiente para chamadas de vídeo e reuniões online. Os microfones também captam a voz com clareza, sem ruídos de fundo excessivos.

Desempenho: fluidez que agrada, mas com ressalvas

O destaque do Acer Aspire Go 15 é, sem dúvida, o desempenho. O processador Intel Core i7-13620H de 13ª geração, aliado a 16 GB de RAM DDR5 (expansível até 32 GB), garante fluidez em multitarefas pesadas. Abrir dezenas de abas no navegador, editar documentos pesados e rodar aplicativos de escritório simultaneamente não causou engasgos.

Em jogos, o notebook se saiu melhor do que o esperado para um modelo com placa de vídeo integrada Intel UHD. Títulos como League of Legends e CS:GO rodaram em configurações médias com boa taxa de quadros. Já jogos mais pesados, como Cyberpunk 2077, exigem redução drástica de qualidade e ainda assim apresentam quedas de desempenho. O ruído das ventoinhas aumenta consideravelmente e o aparelho esquenta — sinal de que o hardware está no limite.

“A sensação era de que o aparelho estava se esforçando demais, porém isso não impediu bons resultados.” — Trecho da análise original do TechTudo.

Na visão do MundoManchete, o desempenho é o principal motivo para considerar este notebook. Ele entrega potência de sobra para o trabalho e ainda dá conta de jogos leves. Mas não espere que ele substitua um PC gamer.

Bateria: o calcanhar de Aquiles

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Se tem um ponto que decepciona no Acer Aspire Go 15 é a bateria. Com 4.527 mAh de capacidade, a autonomia ficou em cerca de 5 horas em uso contínuo com brilho máximo e navegação pesada. Em um dia típico de trabalho, a máquina começou a pedir tomada antes das 15h — longe das 8 horas que muitos esperam para um notebook de trabalho.

Pior: quando a bateria chega a 15%, o sistema começa a engasgar, com lentidão visível em cliques e carregamento de páginas. Isso torna o uso nos minutos finais bastante irritante. A recarga via USB-C de 65 W também não é rápida: leva cerca de 2 horas para ir de 5% a 100%.

Para quem trabalha em home office ou tem uma mesa com tomada por perto, a bateria não será um problema. Mas para profissionais que passam o dia em reuniões externas, salas de coworking ou viajando, a autonomia é insuficiente. É um ponto que pesa contra o modelo.

Vale a pena comprar o Acer Aspire Go 15?

A resposta depende do seu perfil. Se você busca um notebook para trabalho com bom desempenho, tela grande e design profissional, o Acer Aspire Go 15 é uma excelente escolha. A performance com Intel Core i7 e 16 GB de RAM é difícil de encontrar em concorrentes na mesma faixa de preço.

Por outro lado, se a mobilidade é prioridade — com transporte frequente na mochila e longas horas longe da tomada —, o Aspire Go 15 pode frustrar. O tamanho grande e a bateria curta são limitações reais. Nesse caso, vale considerar modelos como o Dell Inspiron 14 ou o Lenovo Ideapad 3, que oferecem melhor equilíbrio entre portabilidade e autonomia.

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Perguntas frequentes sobre o Acer Aspire Go 15

O Acer Aspire Go 15 é bom para jogos?

Para jogos leves e moderados, sim. Títulos como League of Legends, Valorant e CS:GO rodam bem em configurações médias. Já jogos pesados (Cyberpunk 2077, Call of Duty) vão exigir redução drástica de qualidade e ainda assim podem apresentar quedas de quadros. A placa de vídeo integrada Intel UHD é o principal limitador.

É possível expandir a memória RAM e o armazenamento?

Sim. O notebook tem dois slots de RAM e suporta até 32 GB no total (16 GB já vem instalado). O armazenamento SSD de 512 GB pode ser substituído ou complementado, mas não há entrada para HD adicional. A expansão é simples e recomendada para quem usa programas pesados.

Qual a diferença entre o Aspire Go 15 e o Aspire 5?

O Aspire Go 15 é um modelo mais recente, com design atualizado e foco em custo-benefício. O Aspire 5 é uma linha mais consolidada, com opções de configuração variadas e, em alguns casos, preço mais baixo. O Go 15 se destaca pelo processador Core i7 de 13ª geração e pela tela touchscreen, que não é comum no Aspire 5.

O que você deve fazer com essa informação

Antes de comprar o Acer Aspire Go 15, responda a duas perguntas: (1) O notebook vai ficar na mesa ou vai viajar com você? (2) Você precisa de bateria para o dia inteiro fora de casa? Se a resposta for “vai ficar na mesa” e “não”, o Aspire Go 15 é uma ótima compra. Se for o contrário, procure alternativas com maior autonomia e porte menor.

Na visão do MundoManchete, o Acer Aspire Go 15 entrega o que promete para o público certo: desempenho de sobra para trabalho e um design que não chama atenção. Mas a bateria e o tamanho impedem que ele seja um notebook para todos. Avalie seu uso antes de fechar o negócio.

Tags: Acer Aspire Go 15, notebook intermediário, review notebook, Intel Core i7, custo-benefício


Fonte Original: techtudo.com.br

Foto: Reproducao / TechTudo

Air Fryer Britânia BFR37 por R$ 209: vale a pena?

Se você está de olho em uma air fryer nova, o momento pode ser agora. A Britânia BFR37, modelo compacto de 4,2 litros, está sendo vendida no Magazine Luiza por apenas R$ 209 no PIX — um preço bem abaixo do que se vê em outras lojas. Com mais de 3.600 avaliações e nota média de 4,9 estrelas, ela é uma das fritadeiras elétricas mais bem avaliadas do site. Mas será que vale mesmo o investimento? A gente te ajuda a decidir.

Por que essa air fryer está barata? O que mudou?

Ofertas relâmpago como essa não são incomuns no Magalu, mas o valor de R$ 209 chama atenção pelo histórico. Em outras plataformas, o mesmo modelo aparece por valores entre R$ 212 e R$ 252. A diferença pode parecer pequena, mas para quem está com o orçamento apertado, cada real conta. Na visão do MundoManchete, essa queda de preço reflete uma combinação de fatores: liquidação de estoque de modelos mais antigos (a BFR37 não é lançamento), concorrência acirrada entre marketplaces e a busca por atrair consumidores no início do mês, quando muitos recebem salário. Para o brasileiro comum, isso significa uma chance real de comprar um eletroportátil de qualidade por um valor que, há dois anos, mal compraria um modelo de entrada.

O que ela tem de bom (e o que pode ser um problema)

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A Britânia BFR37 entrega o básico bem feito. São 1.500 W de potência, cesto removível com revestimento antiaderente Dura Mais e timer de até 60 minutos com desligamento automático. A temperatura vai de 80 a 200°C, o que permite desde aquecer salgados até assar carnes. O ponto forte, segundo os consumidores, é o espaço interno — 4,2 litros que parecem render mais do que o número sugere. É o suficiente para preparar refeições para até duas pessoas sem ocupar a bancada inteira. Por outro lado, há um alerta: vários relatos apontam que o consumo de energia é elevado. Não há dados oficiais da fabricante, mas modelos similares costumam puxar entre 1.200 e 1.500 W, o que pode pesar na conta de luz se usada diariamente.

Comparação com outras air fryers populares

Para ajudar na decisão, vale colocar a BFR37 lado a lado com concorrentes diretos. A Mondial AFN-40, por exemplo, tem 4 litros e potência de 1.400 W, e costuma ser vendida por volta de R$ 230. Já a Philips Walita Viva Digital, com 4,1 litros e 1.500 W, sai por cerca de R$ 350. A diferença de preço é grande, mas a Philips oferece painel digital e mais receitas pré-programadas. A Britânia, com controles analógicos, ganha em simplicidade e custo-benefício. Para quem nunca teve air fryer ou quer um modelo reserva, a BFR37 é uma escolha segura. Só não espere funções avançadas como conectividade ou modos automáticos — aqui, o controle é todo manual.

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O que os compradores estão dizendo (os reviews reais)

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Com mais de 3.600 avaliações, a média de 4,9 estrelas é impressionante. Os elogios mais comuns são: “aproveita bem o espaço”, “funciona silenciosamente” e “design bonito”. Alguns destacam que a limpeza é fácil graças ao revestimento antiaderente. Já as críticas, embora minoria, mencionam o consumo elétrico e o fato de o cabo ser curto — detalhe que pode incomodar dependendo da disposição da cozinha. Não há relatos de defeitos graves ou superaquecimento, o que é um bom sinal. Vale lembrar que a garantia é de apenas 90 dias, então é importante testar o produto assim que chegar.

Vale a pena comprar agora ou esperar a Black Friday?

A Black Friday de 2026 ainda está longe — acontece em novembro. R$ 209 é um preço que dificilmente será batido em uma promoção futura, a menos que haja uma liquidação ainda maior. Considerando que a inflação e o câmbio podem pressionar os preços para cima nos próximos meses, garantir o modelo agora pode ser uma jogada inteligente. Se você não tem urgência, pode esperar, mas não há garantia de que o mesmo valor apareça novamente. Na visão do MundoManchete, essa oferta é para quem quer pagar pouco e ter um produto que cumpre o que promete — sem firulas, mas com eficiência.

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FAQ: Tire suas dúvidas sobre a Britânia BFR37

1. Ela é boa para famílias grandes?
Não. Com 4,2 litros, a capacidade é ideal para até duas pessoas. Para uma família de quatro ou mais, o ideal seria um modelo de 6 litros ou mais, como a Britânia BFR45 (que custa cerca de R$ 300).

2. O consumo de energia é muito alto?
Ela tem 1.500 W de potência, o que é padrão para air fryers desse porte. Usando por 30 minutos por dia, o impacto na conta de luz fica em torno de R$ 15 a R$ 20 por mês (considerando a tarifa média nacional). Não é um gasto exagerado, mas vale monitorar.

3. Ela funciona em 110V e 220V?
Sim, o modelo é bivolt, mas você precisa verificar na hora da compra qual versão está sendo vendida. O Magalu costuma oferecer ambas as opções. Na dúvida, confira a descrição do anúncio antes de finalizar a compra.

O que você deve fazer com essa informação

Se você estava esperando uma oportunidade para comprar uma air fryer sem gastar muito, essa oferta da Britânia BFR37 por R$ 209 é difícil de ignorar. Antes de clicar em “comprar”, verifique se o modelo atende às suas necessidades: capacidade para até duas pessoas, consumo de energia moderado e funções básicas. Se a resposta for sim, aproveite. Caso contrário, espere por uma promoção de um modelo maior ou com mais recursos. E não se esqueça: confira a voltagem correta e leia os comentários recentes para garantir que o produto está com boa reputação.

Tags: air fryer, Britânia BFR37, promoção Magalu, fritadeira elétrica, eletroportáteis


Fonte Original: techtudo.com.br

Foto: Reproducao / TechTudo

IA no Excel: como funciona e vale a pena usar

Introdução ao Uso de IA no Excel

O uso de inteligência artificial (IA) no Excel pode ser um grande aliado para quem precisa realizar tarefas rotineiras ou corporativas. Com a capacidade de criar fórmulas automaticamente e organizar informações corretamente, a IA pode economizar muito tempo e esforço. Neste artigo, vamos explorar como funciona o uso de IA no Excel e se vale a pena usá-lo.

Testando o ChatGPT no Excel

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Para entender melhor como a IA funciona no Excel, realizamos alguns testes com o ChatGPT. O primeiro teste foi criar uma fórmula para somar apenas pagamentos aprovados. A IA entregou a fórmula correta logo de primeira e conseguiu ler o arquivo para identificar as linhas com contas já quitadas.

No entanto, é preciso ter atenção com a IA para Excel. Além da resposta principal, o robô enviou uma segunda fórmula com as células específicas selecionadas manualmente, mas cometeu um pequeno deslize e esqueceu de incluir uma das linhas.

Pedido de Explicação de Erro no Excel

Para a segunda experiência, usamos a mesma planilha de gastos pessoais, mas inserimos de propósito o temido erro #VALOR! em uma das células marcadas como pagas. Nessa etapa, o ChatGPT se destacou pela didática, explicando detalhadamente o significado da falha, como ela afetava o restante dos cálculos e apontou exatamente onde estava o problema na estrutura das informações.

Transformando Texto em Fórmula

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No terceiro cenário, testamos a ferramenta com a planilha fictícia de uma vendedora de crochê que realizou dez vendas em maio. O objetivo era criar uma fórmula simples para filtrar e destacar os pedidos que ficaram acima de R$ 500. A inteligência artificial no Excel resolveu o problema rapidamente, entregando a lógica pronta e explicando de forma muito acessível como aquela função trabalhava para separar os valores mais altos da lista.

Organizando Tabelas com a IA

O último teste desafiou a tecnologia a limpar uma lista de 50 convidados para uma festa, que estava bagunçada e cheia de dados repetidos. O ChatGPT se saiu super bem e devolveu uma estrutura totalmente otimizada. O programa organizou os nomes em ordem alfabética crescente, separou o nome e o sobrenome em colunas diferentes e conseguiu identificar e remover todos os cadastros duplicados que estavam na planilha original.

O que Achei do GPT Excel

O uso do ChatGPT no Excel funciona como um ótimo braço direito, principalmente para iniciantes que ainda não conhecem as fórmulas da plataforma. A entrega de fórmulas prontas é uma verdadeira mão na roda e garante uma excelente economia de tempo, eliminando as dores de cabeça de quem está começando a usar planilhas na rotina pessoal ou no trabalho.

Por outro lado, existem limitações na inteligência artificial no excel que pedem cautela. Algumas fórmulas podem conter falhas e o sistema pode errar na leitura do arquivo, como vimos nos testes. Prompts vagos também geram confusão, então é essencial aprender a enviar comandos bem detalhados.

Perguntas Frequentes

Qual é o melhor uso da IA no Excel?

A IA no Excel é ideal para tarefas rotineiras e corporativas, como criar fórmulas, organizar informações e diagnosticar erros.

Posso usar a IA no Excel para qualquer coisa?

Embora a IA no Excel seja muito útil, é importante ter cuidado com prompts vagos e não enviar dados restrictos ou sigilosos de empresas para serviços online.

Como devo aprender a usar a IA no Excel?

Para aprender a usar a IA no Excel, é importante começar com comandos simples e ir aumentando a complexidade à medida que se torna mais confortável com a ferramenta.

O que você deve fazer com essa informação

Agora que você sabe como a IA pode ajudar no Excel, é hora de começar a explorar essas funcionalidades. Experimente usar o ChatGPT ou outras ferramentas de IA para automatizar tarefas e melhorar sua produtividade no trabalho ou em projetos pessoais.

Tags: IA no Excel, ChatGPT, Produtividade, Tecnologia


Fonte Original: techtudo.com.br

Foto: Reproducao / TechTudo

Edge 70 Pro: Vale a Pena o Investimento?

Introdução ao Novo Edge 70 Pro

O lançamento do Edge 70 Pro chamou a atenção dos entusiastas de tecnologia, principalmente pelas suas melhorias em relação ao modelo anterior, o Edge 60 Pro. Com características como a tela de 144 Hz, uma robusta bateria de 6.500 mAh e uma câmera teleobjetiva de maior resolução, a expectativa é que este smartphone se destaque no mercado. No entanto, será que ele realmente representa a melhor escolha, especialmente considerando a diferença de preço?

Comparando as Especificações: O que Realmente Muda?

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Ao analisar as especificações, a primeira diferença notável é a tela. O Edge 70 Pro oferece uma taxa de atualização de 144 Hz, o que promete uma experiência de uso mais fluida, especialmente para gamers e consumidores que valorizam um display mais responsivo. A bateria também é um ponto de destaque, com 6.500 mAh, oferecendo mais autonomia para o usuário.

Em comparação, o Edge 60 Pro, apesar de ter uma tela de qualidade, não oferece a mesma taxa de atualização. Além disso, a diferença na capacidade da bateria pode ser um fator decisivo para aqueles que utilizam o aparelho intensamente ao longo do dia.

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Preço: O Grande Diferencial

O preço é, sem dúvida, um fator crucial na decisão de compra. Com o Edge 70 Pro sendo vendido a partir de R$ 4.449, ele se posiciona como uma opção premium. Por outro lado, o Edge 60 Pro está disponível por cerca de R$ 2.545, tornando-se uma escolha mais acessível para muitos consumidores. Essa diferença de preço levanta a questão: as melhorias justificam o investimento extra?

Implicações para o Consumidor Brasileiro

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Para o consumidor brasileiro, a escolha entre esses dois modelos pode ter implicações significativas. O modelo mais caro pode se adequar melhor àqueles que procuram a última tecnologia e estão dispostos a pagar por isso. Entretanto, para muitos, o Edge 60 Pro pode oferecer um equilíbrio melhor entre preço e desempenho, especialmente em tempos de orçamento apertado.

O Que Dizem os Especialistas?

“O Edge 70 Pro oferece melhorias significativas, mas o custo-benefício do Edge 60 Pro ainda é difícil de superar. Para usuários que não precisam das últimas inovações, o modelo anterior pode continuar a ser uma escolha sólida.”

Essa é uma visão comum entre especialistas do setor, destacando que, embora o Edge 70 Pro traga recursos avançados, o modelo anterior ainda cumpre bem suas funções para a maioria dos usuários.

FAQ: Respostas às suas Dúvidas

O Edge 70 Pro vale o investimento extra?

Depende do seu uso. Se você valoriza recursos como uma tela mais rápida e melhor autonomia de bateria, ele pode valer a pena. No entanto, para usuários comuns, o Edge 60 Pro ainda oferece excelente desempenho pelo preço.

O que muda na prática com a taxa de atualização de 144 Hz?

Uma taxa de atualização mais alta significa que a tela pode exibir mais quadros por segundo, resultando em uma experiência visual mais suave, especialmente em jogos e vídeos.

A diferença na câmera é perceptível?

Para usuários que gostam de fotografia, a câmera teleobjetiva melhorada do Edge 70 Pro pode oferecer imagens de melhor qualidade, mas para fotos casuais, a diferença pode não ser tão significativa.

O que você deve fazer com essa informação

Na visão do MundoManchete, a decisão entre o Edge 70 Pro e o Edge 60 Pro deve ser guiada pelo seu perfil de uso e orçamento. Se você está em busca de inovação e não se importa em gastar mais, o Edge 70 Pro pode ser o ideal. Contudo, se o custo-benefício é uma prioridade, o Edge 60 Pro ainda é uma excelente escolha. Avalie suas necessidades e escolha o que melhor se adapta ao seu estilo de vida.

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Tags: Edge 70 Pro, Edge 60 Pro, smartphones, comparativo, tecnologia


Fonte Original: techtudo.com.br

Foto: Reproducao / TechTudo

Motorola Edge 60 Fusion: câmera boa, mas sem zoom óptico; vale a pena?

O que o Edge 60 Fusion entrega de diferente?

A Motorola acaba de lançar mais um integrante da sua linha Edge 60: o Fusion. A proposta é clara: oferecer um celular com bom custo-benefício, mas sem abrir mão de uma câmera decente. A grande novidade – ou melhor, a ausência dela – está no sistema de câmeras. Diferente dos irmãos mais caros (Edge 60 Pro e Edge 60 Ultra), o Fusion não tem uma lente dedicada para zoom óptico. Isso significa que, se você gosta de fotografar objetos distantes, vai sentir falta.

Na traseira, o aparelho traz uma câmera principal de 50 MP e um sensor ultrawide de 13 MP, que também serve como lente macro. A câmera frontal é de 32 MP, mesma resolução do Edge 60 Neo. O conjunto é mais simples, mas, segundo o site especializado GSM Arena, a qualidade das imagens é sólida. O destaque fica por conta do equilíbrio entre nitidez, cores e desempenho geral para a categoria.

Para o brasileiro que busca um celular intermediário com câmera boa, sem pagar o preço de um topo de linha, o Fusion pode ser uma opção interessante. Mas é importante entender onde ele corta custos para não se frustrar depois.

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câmera sem zoom óptico: o que isso muda no dia a dia?

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A ausência de zoom óptico é o ponto mais comentado nas primeiras análises. Na prática, isso significa que, ao aproximar uma cena distante, o celular usa o zoom digital – que nada mais é que um recorte da imagem original. O resultado é uma perda de qualidade, com fotos mais granuladas e menos definidas.

Para quem tira fotos de paisagens, monumentos ou eventos ao ar livre, essa limitação pode ser um problema. Já para o uso mais comum – selfies, fotos de comida, registros do dia a dia – a câmera principal de 50 MP dá conta do recado. O sensor ultrawide de 13 MP também ajuda a capturar cenas mais amplas, como fotos em grupo ou ambientes fechados.

Vale lembrar que o zoom óptico é um recurso presente em celulares mais caros, como o Edge 60 Pro, que tem uma lente telefoto dedicada. Quem não abre mão de aproximar sem perder qualidade, talvez precise investir um pouco mais. Mas, para a maioria dos usuários, o conjunto do Fusion é suficiente.

Desempenho e bateria: o que esperar do Fusion?

Além da câmera, o Edge 60 Fusion vem equipado com processador MediaTek Dimensity 7025, que é um chip intermediário com bom desempenho para tarefas do dia a dia. Ele roda aplicativos como WhatsApp, Instagram, YouTube e até jogos leves sem engasgos. Para jogos pesados, pode ser que ele não entregue a mesma fluidez de um Snapdragon 8 Gen 2, mas ainda assim é uma opção viável para quem não é um gamer hardcore.

A bateria é de 5.000 mAh, que é a capacidade padrão para a categoria. Em testes preliminares, ela aguenta um dia inteiro de uso moderado, com direito a redes sociais, streaming e algumas chamadas. O carregamento é de 68W, o que permite recarregar a bateria de 0 a 50% em cerca de 30 minutos. Isso é um ponto positivo, já que muitos concorrentes ainda usam carregadores mais lentos.

O display é um OLED de 6,67 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz. Isso significa que a tela é fluida, com cores vibrantes e pretos profundos. Para consumo de conteúdo, como filmes e séries, a experiência é muito boa. A proteção é Gorilla Glass 5, que já é um padrão intermediário, mas não é o mais resistente do mercado.

Vale a pena comprar o Edge 60 Fusion em 2026?

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Com o lançamento em maio de 2026, o Edge 60 Fusion chega em um mercado competitivo. Concorrentes como o Samsung Galaxy A56 e o Xiaomi Redmi Note 14 Pro oferecem especificações parecidas, muitas vezes com câmeras melhores ou baterias maiores. A grande vantagem do Fusion é o equilíbrio: ele não é o melhor em nada, mas também não decepciona em nenhum aspecto.

Para o brasileiro, o preço é um fator decisivo. Se a Motorola conseguir manter o Fusion na faixa dos R$ 2.000 a R$ 2.500, ele pode ser uma boa compra. Acima disso, a concorrência começa a ficar mais interessante. Além disso, a presença de uma entrada P2 para fones de ouvido e a certificação IP68 (resistência a água e poeira) são diferenciais que muitos usuários valorizam.

Na visão do MundoManchete, o Edge 60 Fusion é um celular honesto. Ele entrega o que promete, mas sem surpresas. Se você prioriza câmera com zoom, talvez seja melhor olhar para o Edge 60 Pro. Mas, se quer um celular equilibrado para o dia a dia, sem gastar muito, o Fusion é uma opção a considerar.

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Como o Fusion se compara aos rivais diretos?

Para ajudar na decisão, fizemos uma comparação rápida com dois concorrentes diretos: o Samsung Galaxy A56 e o Xiaomi Redmi Note 14 Pro. O Galaxy A56 tem câmera principal de 50 MP com estabilização óptica (OIS), o que é uma vantagem para fotos noturnas. Já o Redmi Note 14 Pro traz sensor de 200 MP, que entrega mais detalhes em boas condições de luz.

Em termos de bateria, os três têm capacidades semelhantes (5.000 mAh), mas o Fusion ganha no carregamento rápido de 68W, contra 45W do Galaxy e 67W do Xiaomi. O display OLED de 120 Hz é padrão nos três, então não há grande diferença. O ponto fraco do Fusion é a ausência de zoom óptico, enquanto os concorrentes também não têm lente telefoto dedicada – eles usam zoom digital ou um sensor auxiliar de profundidade.

No final, a escolha depende do que você valoriza mais. Se a câmera é prioridade, talvez o Redmi Note 14 Pro seja melhor. Se a fluidez do sistema e as atualizações são importantes, o Galaxy A56 leva vantagem. O Fusion fica no meio-termo, sendo uma opção equilibrada para quem não quer se preocupar com detalhes técnicos.

O que você deve fazer com essa informação

Agora que você conhece os pontos fortes e fracos do Edge 60 Fusion, o próximo passo é avaliar seu orçamento e suas prioridades. Se a câmera com zoom não é essencial, e você busca um celular com bom desempenho, tela bonita e bateria que dura o dia, o Fusion pode ser uma escolha acertada.

Antes de comprar, pesquise preços em diferentes lojas e compare com os concorrentes. Fique de olho em promoções, especialmente em datas sazonais como Black Friday ou Dia dos Pais. Se possível, teste o aparelho em uma loja física para sentir o peso e a pegada. E lembre-se: o melhor celular é aquele que atende às suas necessidades, sem estourar o orçamento.

Para quem quer economizar, vale considerar também o Edge 60 Neo, que tem especificações parecidas, mas com câmera frontal de 32 MP e preço mais baixo. Já quem quer o máximo em câmera, o Edge 60 Pro é a escolha certa. Avalie com calma e faça a melhor compra.

Perguntas Frequentes (FAQ)

O Edge 60 Fusion tem zoom óptico?

Não. O Edge 60 Fusion não possui lente dedicada para zoom óptico. Ele usa apenas zoom digital, que recorta a imagem e reduz a qualidade. Para fotos com aproximação, o ideal é usar a câmera principal de 50 MP e depois recortar a imagem manualmente, mas o resultado não será tão bom quanto um zoom óptico de verdade.

Vale a pena trocar um Galaxy A54 pelo Edge 60 Fusion?

Depende. O Galaxy A54 tem câmera com estabilização óptica (OIS), o que ajuda em fotos noturnas. Já o Fusion tem tela OLED de 120 Hz e carregamento mais rápido. Se você sente falta de fluidez na tela ou quer recarregar o celular mais rápido, a troca pode valer a pena. Caso contrário, o A54 ainda é um bom aparelho.

O Edge 60 Fusion é resistente à água?

Sim, o Edge 60 Fusion tem certificação IP68, o que significa que ele é resistente a poeira e pode ficar submerso em até 1,5 metro de água por até 30 minutos. Isso é um diferencial importante para quem usa o celular perto de piscina, praia ou em dias de chuva. Mas lembre-se: a certificação não cobre danos causados por água salgada ou quedas.

Tags: Motorola Edge 60 Fusion, câmera de celular, zoom óptico, celular intermediário 2026, GSM Arena


Fonte Original: techtudo.com.br

Foto: Reproducao / TechTudo

Xiaomi 17 Max arrasa iPhone 17 Pro Max em teste de bateria épico

Um vídeo que a própria Xiaomi publicou em sua plataforma chinesa acaba de incendiar as redes sociais. Nele, o ainda não lançado Xiaomi 17 Max foi colocado lado a lado com o iPhone 17 Pro Max num teste simples, porém cruel: reproduzir vídeos de forma contínua até que a bateria de um dos aparelhos apagasse primeiro. O resultado? O flagship chinês não apenas venceu — ele sobreviveu muito depois de o rival da Apple já ter desligado. A diferença foi tão grande que reacendeu um debate antigo: afinal, a Apple está ficando para trás quando o assunto é autonomia?

Como foi a maratona de bateria entre os dois gigantes

As imagens vazadas na rede social Weibo e republicadas por perfis de tecnologia mostram os dois celulares executando um aplicativo similar ao TikTok, com telas brilhando e conteúdo rolando sem parar. Não havia truques: ambos estavam com bateria em 100%, conectados à mesma rede Wi-Fi e sob as mesmas condições de temperatura ambiente. A Xiaomi fez questão de exibir o placar em tempo real, e o resultado foi implacável. Enquanto o iPhone 17 Pro Max apagou por volta da marca de 11 horas de reprodução contínua, o Xiaomi 17 Max seguiu firme por mais de 15 horas, segundo estimativas dos vazamentos. Ou seja, uma vantagem de aproximadamente 35% em autonomia real de vídeo — algo que mexe diretamente com a confiança de quem usa o celular o dia inteiro.

Números oficiais de capacidade de bateria ainda não foram confirmados, mas rumores apontam para uma célula de cerca de 6.000 mAh no Xiaomi, contra pouco mais de 4.500 mAh no iPhone 17 Pro Max. A diferença bruta de miliamperes-hora explica boa parte do resultado, mas não é só isso. A otimização de software da MIUI 16 conseguiu reduzir o consumo em segundo plano, enquanto o iOS 20, por mais eficiente que seja, não fez milagre com uma bateria fisicamente menor. É a velha máxima de que não adianta só software: hardware conta, e muito.

Por que a bateria do iPhone sempre foi motivo de piada

Reclamação de consumidor de iPhone é quase um meme: “onde tem uma tomada?”. Desde os primórdios, a Apple optou por priorizar design ultrafino em vez de generosas baterias. O iPhone 6, por exemplo, trazia míseros 1.810 mAh, enquanto rivais Android já passavam dos 3.000 mAh. Com o passar dos anos, os números subiram devagar — o iPhone 16 Pro Max chegou a 4.441 mAh, e agora o 17 Pro Max pode ter um ganho marginal. Mas a concorrência, especialmente marcas chinesas como Xiaomi, OPPO e Realme, já rompeu a barreira dos 6.000 mAh em aparelhos topo de linha.

O resultado prático é o que o vídeo escancara: mesmo com o poderoso chip A19 Pro e um gerenciamento de energia impecável, a autonomia real de vídeo fica aquém. O iPhone é excelente para uso misto moderado, mas quando o bicho pega — maratonas de séries, GPS ligado, gravação de vídeos longos — a bateria derrete mais rápido do que muita gente gostaria. Não por acaso, acessórios como carregadores portáteis e capas com bateria extra viraram itens quase obrigatórios para qualquer “heavy user” do ecossistema da maçã.

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O que essa vitória da Xiaomi muda para o brasileiro comum

O consumidor brasileiro tem uma relação intensa com o celular. Passamos em média 5,4 horas por dia grudados na tela, segundo a Statista, e boa parte desse tempo é fora de casa. Para quem depende do aparelho para trabalho, GPS, redes sociais e até pagamentos via Pix, a bateria não é um luxo — é necessidade de sobrevivência. Um aparelho que aguenta 15 horas de reprodução de vídeo, como o Xiaomi 17 Max promete, na prática significa chegar em casa à noite com mais de 30% de carga, mesmo depois de um dia pesado. Isso elimina aquela ansiedade clássica de procurar uma tomada no shopping ou carregar o celular no trabalho antes de voltar para casa.

No Brasil, a Xiaomi já conquistou uma fatia relevante do mercado justamente por oferecer fichas técnicas parrudas a preços agressivos. O Redmi Note 13 e o POCO X6 são exemplos de aparelhos que viraram febre entre os brasileiros. Se o Xiaomi 17 Max chegar por aqui com preço competitivo — algo em torno de R$ 4.000 a R$ 5.000, enquanto o iPhone 17 Pro Max deve passar fácil de R$ 12.000 —, a decisão de compra ficará ainda mais tentadora. Afinal, quem não quer um celular que aguente o tranco e sobre dinheiro no bolso?

A aposta da Xiaomi e o dilema do consumidor

Imagem ilustrativa

A estratégia da Xiaomi é clara: oferecer números superlativos onde o rival da Apple patina. Bateria gigante, carregamento ultra-rápido de 120W e uma tela com brilho recorde são os carros-chefes do marketing. O lado negativo, porém, pode aparecer em outros cantos: o design costuma ser mais robusto, o sistema MIUI ainda divide opiniões entre os puristas do Android e a rede de assistência técnica oficial, embora tenha melhorado, não se compara à capilaridade da Apple no Brasil. Ou seja, optar pelo Xiaomi 17 Max é trocar o ecossistema polido — iMessage, AirDrop, integração com Mac — por uma autonomia brutal e um custo-benefício evidente.

Na visão do MundoManchete, essa não é uma briga de “melhor celular do mundo”, mas sim de prioridades. Se você é do tipo que esquece de carregar o celular à noite ou passa horas longe de qualquer tomada, o Xiaomi 17 Max pode representar uma revolução pessoal. Já se você vive mergulhado no ecossistema da maçã e não abre mão da fluidez do iOS, talvez seja mais negócio investir em um bom power bank — pelo menos até que a Apple coloque uma bateria digna de 2026 no seu próximo iPhone.

Na visão do MundoManchete: o recado que a Apple precisa ouvir

A lição que o vídeo da Xiaomi escancara não é sobre rivais chineses trapaceando ou inflando números. É sobre um consumidor cansado de fazer malabarismos para durar até o jantar. A Apple tem recursos financeiros e tecnológicos para colocar uma bateria de 5.500 mAh no iPhone sem sacrificar drasticamente o design. O que falta, talvez, seja coragem para abandonar a obsessão por milímetros a menos na espessura. O mercado já deu o recado: os celulares dobráveis, os modelos gamer e até mesmo os intermediários de 2026 vêm com baterias que encaram dois dias de uso moderado. Deixar o topo de linha da maçã para trás nesse quesito essencial é um risco estratégico que pode custar caro — principalmente em mercados emergentes como o Brasil, onde o consumidor não perdoa a necessidade de andar com um carregador na mochila o tempo todo.

Por outro lado, é preciso reconhecer que essa concorrência acirrada é benéfica para todo mundo. Nunca se viu uma oferta tão variada de smartphones com baterias robustas, carregamento rápido e preços que cabem no bolso. Se a Xiaomi mantiver o pé no acelerador e a Apple acordar para a realidade, quem ganha é o usuário. E, cá entre nós, já estava na hora de a bateria deixar de ser moeda de troca no mundo dos celulares premium.

FAQ: suas dúvidas sobre o Xiaomi 17 Max respondidas

Quando o Xiaomi 17 Max será lançado oficialmente no Brasil?
A Xiaomi ainda não confirmou uma data global, mas o padrão da marca indica que o lançamento chinês ocorrerá até o fim do segundo trimestre de 2026, com chegada ao mercado brasileiro cerca de dois meses depois, via importadores oficiais e lojas parceiras. A expectativa é de que o modelo desembarque por aqui entre agosto e setembro, com preço final ao consumidor entre R$ 4.500 e R$ 5.500, dependendo da configuração de memória.

O teste de bateria pode ter sido manipulado pela Xiaomi?
É uma possibilidade que não pode ser descartada, já que a própria fabricante publicou o vídeo. Porém, os veículos de tecnologia que tiveram acesso às imagens afirmam que as condições eram controladas, mas não absurdamente desfavoráveis ao iPhone — brilho ajustado em níveis equivalentes, mesmo aplicativo e Wi-Fi estável. A diferença de capacidade de bateria entre os dois aparelhos é consistente o suficiente para explicar o resultado, mesmo sem truques. Testes independentes logo após o lançamento devem confirmar ou rebater a façanha.

Qual é a capacidade real da bateria do iPhone 17 Pro Max?
A Apple não divulga a capacidade em mAh oficialmente, mas vazamentos de certificações indicam algo em torno de 4.676 mAh. É um pequeno aumento em relação ao modelo anterior, mas ainda distante dos mais de 6.000 mAh que os concorrentes chineses estão colocando no mercado. A eficiência do iOS ajuda, mas na maratona de vídeo o tamanho da “caixa” de energia falou mais alto.

O que você deve fazer com essa informação agora

Se a autonomia de bateria é o ponto que mais te incomoda no seu smartphone atual, a vitória do Xiaomi 17 Max é um sinal claro de que você pode trocar de time sem culpa. Anote a data provável de lançamento e fique de olho nos comparativos reais quando o aparelho chegar às mãos de analistas independentes — o mundo da tecnologia está cheio de testes de laboratório que não se repetem na vida real. Enquanto isso, a recomendação prática é investir em um carregador portátil de alta capacidade, como um modelo de 20.000 mAh, que resolve o problema de qualquer celular, seja ele Xiaomi ou iPhone, e acaba com a ansiedade da bateria de uma vez por todas. A briga pelo trono da bateria mal começou, e quem sai ganhando é você.

Tags: Xiaomi 17 Max, iPhone 17 Pro Max, bateria, teste de autonomia, análise

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Foto: Reproducao / TechTudo