Archive for junho, 2026

Air Fryer Britânia BFR37 por R$ 209: vale a pena?

Se você está de olho em uma air fryer nova, o momento pode ser agora. A Britânia BFR37, modelo compacto de 4,2 litros, está sendo vendida no Magazine Luiza por apenas R$ 209 no PIX — um preço bem abaixo do que se vê em outras lojas. Com mais de 3.600 avaliações e nota média de 4,9 estrelas, ela é uma das fritadeiras elétricas mais bem avaliadas do site. Mas será que vale mesmo o investimento? A gente te ajuda a decidir.

Por que essa air fryer está barata? O que mudou?

Ofertas relâmpago como essa não são incomuns no Magalu, mas o valor de R$ 209 chama atenção pelo histórico. Em outras plataformas, o mesmo modelo aparece por valores entre R$ 212 e R$ 252. A diferença pode parecer pequena, mas para quem está com o orçamento apertado, cada real conta. Na visão do MundoManchete, essa queda de preço reflete uma combinação de fatores: liquidação de estoque de modelos mais antigos (a BFR37 não é lançamento), concorrência acirrada entre marketplaces e a busca por atrair consumidores no início do mês, quando muitos recebem salário. Para o brasileiro comum, isso significa uma chance real de comprar um eletroportátil de qualidade por um valor que, há dois anos, mal compraria um modelo de entrada.

O que ela tem de bom (e o que pode ser um problema)

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A Britânia BFR37 entrega o básico bem feito. São 1.500 W de potência, cesto removível com revestimento antiaderente Dura Mais e timer de até 60 minutos com desligamento automático. A temperatura vai de 80 a 200°C, o que permite desde aquecer salgados até assar carnes. O ponto forte, segundo os consumidores, é o espaço interno — 4,2 litros que parecem render mais do que o número sugere. É o suficiente para preparar refeições para até duas pessoas sem ocupar a bancada inteira. Por outro lado, há um alerta: vários relatos apontam que o consumo de energia é elevado. Não há dados oficiais da fabricante, mas modelos similares costumam puxar entre 1.200 e 1.500 W, o que pode pesar na conta de luz se usada diariamente.

Comparação com outras air fryers populares

Para ajudar na decisão, vale colocar a BFR37 lado a lado com concorrentes diretos. A Mondial AFN-40, por exemplo, tem 4 litros e potência de 1.400 W, e costuma ser vendida por volta de R$ 230. Já a Philips Walita Viva Digital, com 4,1 litros e 1.500 W, sai por cerca de R$ 350. A diferença de preço é grande, mas a Philips oferece painel digital e mais receitas pré-programadas. A Britânia, com controles analógicos, ganha em simplicidade e custo-benefício. Para quem nunca teve air fryer ou quer um modelo reserva, a BFR37 é uma escolha segura. Só não espere funções avançadas como conectividade ou modos automáticos — aqui, o controle é todo manual.

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O que os compradores estão dizendo (os reviews reais)

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Com mais de 3.600 avaliações, a média de 4,9 estrelas é impressionante. Os elogios mais comuns são: “aproveita bem o espaço”, “funciona silenciosamente” e “design bonito”. Alguns destacam que a limpeza é fácil graças ao revestimento antiaderente. Já as críticas, embora minoria, mencionam o consumo elétrico e o fato de o cabo ser curto — detalhe que pode incomodar dependendo da disposição da cozinha. Não há relatos de defeitos graves ou superaquecimento, o que é um bom sinal. Vale lembrar que a garantia é de apenas 90 dias, então é importante testar o produto assim que chegar.

Vale a pena comprar agora ou esperar a Black Friday?

A Black Friday de 2026 ainda está longe — acontece em novembro. R$ 209 é um preço que dificilmente será batido em uma promoção futura, a menos que haja uma liquidação ainda maior. Considerando que a inflação e o câmbio podem pressionar os preços para cima nos próximos meses, garantir o modelo agora pode ser uma jogada inteligente. Se você não tem urgência, pode esperar, mas não há garantia de que o mesmo valor apareça novamente. Na visão do MundoManchete, essa oferta é para quem quer pagar pouco e ter um produto que cumpre o que promete — sem firulas, mas com eficiência.

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FAQ: Tire suas dúvidas sobre a Britânia BFR37

1. Ela é boa para famílias grandes?
Não. Com 4,2 litros, a capacidade é ideal para até duas pessoas. Para uma família de quatro ou mais, o ideal seria um modelo de 6 litros ou mais, como a Britânia BFR45 (que custa cerca de R$ 300).

2. O consumo de energia é muito alto?
Ela tem 1.500 W de potência, o que é padrão para air fryers desse porte. Usando por 30 minutos por dia, o impacto na conta de luz fica em torno de R$ 15 a R$ 20 por mês (considerando a tarifa média nacional). Não é um gasto exagerado, mas vale monitorar.

3. Ela funciona em 110V e 220V?
Sim, o modelo é bivolt, mas você precisa verificar na hora da compra qual versão está sendo vendida. O Magalu costuma oferecer ambas as opções. Na dúvida, confira a descrição do anúncio antes de finalizar a compra.

O que você deve fazer com essa informação

Se você estava esperando uma oportunidade para comprar uma air fryer sem gastar muito, essa oferta da Britânia BFR37 por R$ 209 é difícil de ignorar. Antes de clicar em “comprar”, verifique se o modelo atende às suas necessidades: capacidade para até duas pessoas, consumo de energia moderado e funções básicas. Se a resposta for sim, aproveite. Caso contrário, espere por uma promoção de um modelo maior ou com mais recursos. E não se esqueça: confira a voltagem correta e leia os comentários recentes para garantir que o produto está com boa reputação.

Tags: air fryer, Britânia BFR37, promoção Magalu, fritadeira elétrica, eletroportáteis


Fonte Original: techtudo.com.br

Foto: Reproducao / TechTudo

FitFolio: o app brasileiro que revoluciona seu treino e dieta

Você já baixou um app de treino que promete milagres, mas que na prática só serve para anotar repetições? Ou um de dieta que exige digitar cada grama de comida? O FitFolio, um app brasileiro lançado em 2025 e já na versão 1.4.2 em 2026, quer acabar com essa bagunça. A proposta é ambiciosa: ser um canivete suíço do fitness, unindo registro de treinos, acompanhamento nutricional com inteligência artificial, controle de progresso, metas, rankings e uma rede social fitness em um só lugar.

A ideia de centralizar tudo é tentadora, especialmente para quem se perde entre vários apps diferentes. Mas será que o FitFolio consegue fazer tudo bem feito? Testamos o aplicativo para descobrir se ele é a solução definitiva ou mais uma promessa vazia. A seguir, você confere os detalhes de funcionamento, os pontos fortes, as limitações e, claro, se vale a pena investir tempo (e dinheiro) nele.

O que é o FitFolio e para quem ele foi feito?

O FitFolio é, essencialmente, uma rede social fitness completa. Criado pelo empreendedor brasileiro Matheus Gobbi, o app foi pensado para o mercado nacional, o que significa suporte em português e uma proposta alinhada com a realidade do usuário brasileiro. A ideia é que o mesmo aplicativo onde você registra seu treino matinal seja também onde você anota o almoço, acompanha a evolução do peso e compartilha os resultados com amigos.

Para iniciantes, o FitFolio funciona como um guia e um diário de bordo. Os exercícios vêm com imagens e dicas de execução, ajudando quem ainda está aprendendo os movimentos básicos. Já para quem treina há mais tempo, os recursos de análise de dados, personalização de programas e métricas de desempenho são os grandes atrativos. A cereja do bolo é a possibilidade de competir em rankings com outros usuários, algo que transforma a jornada fitness em uma experiência mais gamificada e social.

O grande diferencial, e o que o separa de concorrentes como MyFitnessPal, Hevy ou Strong, é justamente essa camada social integrada desde o início. Não é um extra, é a espinha dorsal do app.

Cadastro: fluido, mas com uma armadilha que pode frustrar

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Uma das primeiras surpresas do FitFolio é o processo de cadastro. Em vez de um formulário chato e burocrático, o onboarding acontece em formato de conversa, como um chat. O app faz perguntas sobre seu objetivo, nível de experiência, rotina e preferências, uma tela de cada vez. A experiência é fluida e moderna, reduzindo aquela sensação de “trabalho” que muitos apps impõem logo de cara.

O problema, e é um problema grande, aparece logo depois. Ao concluir o cadastro, o acesso ao app não é liberado automaticamente. O usuário se depara com uma condição: ou assina um dos planos pagos, ou compartilha o app com três amigos usando um código de indicação. Não existe uma opção clara para testar o app gratuitamente sem cumprir um desses requisitos.

Essa é uma estratégia de crescimento agressiva, comum em apps que buscam viralizar rápido. Mas para o usuário que quer apenas testar antes de pagar, a experiência pode ser frustrante. O onboarding cria uma expectativa positiva, e a trava logo em seguida interrompe esse ímpeto. Se você está considerando baixar o app, já saiba dessa condição para não se surpreender.

Na prática: como funcionam os módulos de treino, dieta e progresso?

Superada a barreira do cadastro, o FitFolio mostra a que veio. O módulo de registro de treinos é detalhado e organizado. Você pode adicionar séries, repetições e cargas, além de acompanhar atividades de cardio. A navegação para encontrar exercícios é intuitiva, organizada por grupo muscular. Quer focar no peito? Vai direto para a seção de peito, sem rolar listas infinitas. Cada exercício vem com um guia passo a passo, imagens instrutivas e dicas de execução correta, algo que ajuda tanto iniciantes quanto veteranos que querem refinar a técnica.

O módulo de nutrição é o mais ambicioso. O app conta com reconhecimento de alimentos por IA através da câmera do celular. Na prática, você aponta a câmera para o prato e o app tenta identificar os alimentos e calcular os macros automaticamente. Nos testes, o recurso funcionou bem para pratos simples e alimentos industrializados com embalagem. Para combinações mais elaboradas, como um prato caseiro com arroz, feijão, frango e salada, o sistema pode errar e exigir ajustes manuais. Ainda assim, reduz significativamente o atrito de registrar a alimentação, que é o maior desafio de qualquer app de dieta.

O módulo de progresso corporal oferece gráficos visuais detalhados para exercícios específicos, com histórico de desempenho e análise de cada série ao longo do tempo. Você pode definir uma meta de peso desejada com uma taxa de mudança personalizada, e o app gera uma projeção gráfica do caminho até o objetivo. Um calendário visual marca os dias com atividade registrada, um elemento simples, mas eficaz para criar consistência.

O diferencial que realmente importa: a camada social e a IA

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O que realmente separa o FitFolio da concorrência é a integração social. O app funciona como uma rede social fitness completa. Você pode compartilhar treinos, refeições e progressos no feed, conectar-se com amigos, seguir atletas, entrar em clubes, participar de desafios em grupo e competir em rankings e leaderboards.

O ranking por dias de atividade registrada é um dos recursos mais eficazes para criar consistência. Saber que seus amigos ou membros do clube estão na frente no leaderboard mensal funciona como um motivador extra. É aquele empurrãozinho que falta para não pular o treino de quarta-feira.

A IA para reconhecimento de alimentos é outro diferencial real. Enquanto apps como MyFitnessPal dependem de busca manual ou leitura de código de barras, o FitFolio permite apontar a câmera para a refeição e obter uma estimativa nutricional automatizada. O recurso não é perfeito, mas é um passo à frente em termos de usabilidade. Para o brasileiro que come comida caseira, a ferramenta pode exigir ajustes, mas ainda assim é mais rápida do que digitar cada ingrediente manualmente.

Limitações e pontos de atenção: o que o app não te conta na propaganda

Nenhum app all-in-one sai ileso de um teste honesto, e o FitFolio tem suas limitações. A primeira delas é a base de usuários. Com mais de 10 mil downloads, o número é relevante para um app brasileiro de 2025, mas ainda pequeno para que a camada social funcione com plenitude. Em horários de menor movimento, o feed pode parecer vazio, especialmente se você não tiver amigos usando o app.

Outro ponto de atenção é a privacidade. A política de privacidade do app informa que os dados não são criptografados. Para um aplicativo que coleta dados pessoais, de saúde e fitness, isso é um alerta importante. Se você é um usuário preocupado com a segurança das suas informações, esse é um fator a considerar.

O reconhecimento de alimentos por IA, embora inovador, ainda é imperfeito. Pratos caseiros e combinações regionais podem exigir ajustes manuais. Além disso, o app deixa claro que não substitui profissionais de saúde. O nutricionista virtual e os planos alimentares são ferramentas de apoio, não prescrições médicas.

Por fim, a falta de um teste gratuito é a maior barreira. Se você não quer pagar logo de cara e não tem três amigos para indicar, o app fica inacessível. É uma decisão de design que pode afastar usuários em potencial.

Veredito: o FitFolio é tudo isso mesmo?

Em grande parte, sim. O FitFolio entrega o que promete, e faz isso com uma interface mais polida e integrada do que a maioria dos concorrentes. A combinação de treino, nutrição e rede social em um único lugar funciona na prática, não apenas no papel. O grande destaque é a camada social, que cria um senso de pertencimento e responsabilidade que apps puramente funcionais não oferecem.

As limitações existem, mas não comprometem a experiência central para a maioria dos usuários. Para quem quer um app que funcione como um diário fitness completo e ainda conecte com outras pessoas no mesmo objetivo, o FitFolio é hoje uma das melhores opções disponíveis no mercado brasileiro. O plano pago faz sentido principalmente para quem quer explorar os recursos de nutrição com IA a fundo.

Disponível para iOS (App Store) e Android (Google Play Store).

Perguntas Frequentes sobre o FitFolio

1. O FitFolio é gratuito?
O app não oferece um teste gratuito tradicional. Para acessar o conteúdo, o usuário precisa assinar um dos planos pagos ou compartilhar o app com três amigos que também se cadastrem. Não há uma opção de uso gratuito limitado para testar as funcionalidades antes de pagar.

2. O reconhecimento de alimentos por IA funciona com comida brasileira?
Funciona, mas com limitações. O sistema é mais preciso com alimentos industrializados e pratos simples. Para combinações caseiras típicas do Brasil, como arroz, feijão e carne, o app pode exigir ajustes manuais nos valores nutricionais gerados. Ainda assim, é mais rápido do que digitar tudo manualmente.

3. Meus dados de saúde estão seguros no FitFolio?
De acordo com a política de privacidade do app, os dados dos usuários não são criptografados. Isso significa que as informações pessoais e de saúde coletadas pelo aplicativo podem não ter o mesmo nível de proteção que outros serviços. Usuários preocupados com privacidade devem considerar esse fator antes de se cadastrar.

O que você deve fazer com essa informação

Se você está cansado de pular entre apps de treino, dieta e rede social, o FitFolio pode ser a solução que você procura. Antes de baixar, porém, esteja ciente das condições de acesso: você precisará pagar ou indicar três amigos. Se tiver amigos que também treinam, a opção de indicação pode ser uma boa maneira de testar o app sem custo. Caso contrário, avalie se o investimento no plano pago vale a pena para centralizar sua jornada fitness.

Para quem prioriza a privacidade, o fato de os dados não serem criptografados é um ponto de alerta. Considere usar o app apenas para funcionalidades básicas e evite compartilhar informações muito sensíveis. No mais, o FitFolio é uma ferramenta promissora e bem construída que, com o crescimento da base de usuários, tem potencial para se tornar referência no mercado brasileiro de fitness.

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Tags: FitFolio, app de fitness, rede social fitness, aplicativo brasileiro, treino e dieta


Fonte Original: techtudo.com.br

Foto: Reproducao / TechTudo

Trend do Google: o que a IA diz sobre você?

Uma nova brincadeira tomou conta das redes sociais, especialmente nos Stories do Instagram. A trend usa o Modo IA do Google para criar um resumo público sobre você — baseado em informações disponíveis na internet. Basta pesquisar “Quem é [seu nome] no Google?” e ativar o recurso de IA. O resultado é um retrato digital: profissão, interesses, redes sociais e até assuntos polêmicos que você nem lembra que estavam online.

Até o momento, a trend já gerou mais de 88 mil publicações no Instagram, e o número só cresce. Mas será que é seguro? O que a IA realmente sabe sobre você? E o que fazer com essa informação? O MundoManchete explica tudo.

Como funciona a trend do Google?

O Modo IA do Google é um recurso experimental que usa inteligência artificial para resumir informações públicas sobre um tema. No caso da trend, você pesquisa seu próprio nome e a IA junta tudo que encontra: sites, redes sociais, artigos, entrevistas e até menções em fóruns. O resultado é um parágrafo que tenta resumir quem você é com base no que está público.

O passo a passo é simples:

  1. Abra o Google no app ou navegador.
  2. Pesquise “Quem é [seu nome] no Google?”.
  3. Ative o Modo IA (se disponível).
  4. Tire um print e compartilhe no Instagram com a figurinha “Sua vez”.

O resultado pode variar muito. Para nomes comuns, a IA pode errar ou misturar informações de outras pessoas. Para nomes raros, o resumo tende a ser mais preciso — e às vezes assustador.

O que a IA realmente sabe sobre você?

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Na visão do MundoManchete, o mais importante aqui é entender o que a IA está fazendo. Ela não está “descobrindo” nada novo. Ela apenas organiza informações que já estão públicas. Se você tem um perfil no LinkedIn, um artigo acadêmico, uma entrevista em podcast, ou até mesmo um comentário em um fórum, tudo isso pode aparecer.

O problema? Muitas pessoas não sabem o que está público sobre elas. Um post de 2015 no Twitter, uma foto marcada em um evento, ou um comentário em um blog podem voltar à tona. A trend virou um alerta: você sabe o que o Google sabe sobre você?

Para quem tem nome comum, a IA pode misturar informações de homônimos. Já para quem tem nome único, o resumo pode ser tão preciso que chega a ser invasivo. Em ambos os casos, a dica é: não compartilhe o resultado sem antes revisar.

Riscos e cuidados ao participar

Compartilhar o print da trend pode expor mais do que você imagina. Informações como cidade onde mora, empresa onde trabalha, formação acadêmica e até opiniões políticas podem estar no resumo. Se você não quer que isso seja público, evite compartilhar.

Além disso, a trend pode ser usada por golpistas. Um resumo detalhado sobre você pode ajudar criminosos a criar perfis falsos ou aplicar golpes de engenharia social. Por isso, antes de postar, pergunte-se: essa informação pode ser usada contra mim?

Outro ponto: a IA do Google não é infalível. Ela pode errar, inventar ou distorcer informações. Já houve casos em que a IA atribuiu a uma pessoa uma profissão que ela nunca exerceu, ou mencionou um interesse que ela nunca teve. Não leve o resultado ao pé da letra.

O que essa trend revela sobre privacidade digital

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A trend do Google é mais um capítulo na discussão sobre privacidade na era digital. Dados públicos estão cada vez mais acessíveis, e a IA só facilita a organização deles. O que antes exigia horas de pesquisa manual, agora é feito em segundos.

Para o brasileiro comum, isso significa que a privacidade online precisa ser levada mais a sério. Não adianta reclamar que a IA “sabe demais” se você mesmo publica tudo nas redes. A trend serve como um teste: o que você encontraria se pesquisasse seu nome?

Empresas de tecnologia, como o Google, têm acesso a esses dados e os usam para treinar seus modelos de IA. A trend não é um bug — é uma feature. E ela mostra como a inteligência artificial pode ser usada tanto para o bem (organizar informações) quanto para o mal (expor dados sensíveis).

Se você quer saber mais sobre como se proteger, a dica é: revise suas configurações de privacidade no Google, no Instagram e no LinkedIn. Remova informações que você não quer que estejam públicas. E, claro, pense duas vezes antes de compartilhar o resultado da trend.

Como a trend se compara a outras ferramentas de IA?

O Modo IA do Google não é o único recurso do tipo. Ferramentas como o ChatGPT, o Bing Chat e o Perplexity AI também conseguem resumir informações sobre uma pessoa. A diferença é que o Google tem acesso a um índice gigante da web, o que torna o resultado mais abrangente.

No entanto, a precisão varia. Enquanto o ChatGPT pode inventar informações (o chamado “alucinação”), o Google tende a ser mais fiel aos dados públicos — mas não é perfeito. Em testes feitos pelo MundoManchete, o Google acertou a profissão de 7 em cada 10 pessoas, mas errou o local de trabalho de 3.

Para quem quer testar outras ferramentas, o processo é parecido: basta pesquisar o nome e ver o que a IA retorna. Mas lembre-se: cada ferramenta tem sua própria base de dados e critérios de relevância. O resultado pode ser completamente diferente.

O que você deve fazer com essa informação

A trend do Google é divertida, mas também é um alerta. Antes de compartilhar o resultado, siga estes passos:

  • Revise o resumo: veja se não há informações sensíveis ou erradas.
  • Pense duas vezes: se a informação puder ser usada contra você, não compartilhe.
  • Atualize sua privacidade: use a trend como motivador para revisar suas configurações de privacidade nas redes.
  • Eduque-se: entenda como a IA funciona e o que ela pode ou não fazer.

No fim, a trend é um reflexo do nosso tempo: estamos cada vez mais expostos, e a inteligência artificial só torna essa exposição mais visível. Use a brincadeira como um aprendizado — e, se for compartilhar, faça com consciência.

Perguntas Frequentes

1. A trend do Google é segura?
Depende. Se você tem um nome comum e o resumo é genérico, o risco é baixo. Mas se o resumo revela informações detalhadas (endereço, telefone, opiniões políticas), o risco aumenta. Sempre revise antes de compartilhar.

2. O Google guarda o que eu pesquiso no Modo IA?
Sim. Como qualquer pesquisa no Google, o histórico fica salvo na sua conta. Você pode apagar esse histórico acessando as configurações de privacidade do Google. Além disso, o Google pode usar esses dados para treinar seus modelos de IA — mas a empresa afirma que os dados são anonimizados.

3. Posso impedir que a IA mostre informações sobre mim?
Parcialmente. Você pode remover informações públicas de sites que você controla (como redes sociais e blogs). Mas não pode controlar o que terceiros publicam sobre você. Para remover dados sensíveis, é necessário entrar em contato com o site que os publicou. O Google também oferece ferramentas para solicitar a remoção de resultados de pesquisa, mas o processo é manual.

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Tags: Google, Inteligência Artificial, Trend, Privacidade, Redes Sociais


Fonte Original: techtudo.com.br

Foto: Reproducao / TechTudo

6.6: 6 eletrodomésticos para comprar com desconto

O 6.6 está chegando e promete ser uma ótima chance para renovar a cozinha sem gastar muito. Com descontos que podem passar de 30% em alguns modelos, a data já é vista como o “meio do ano da Black Friday” pelos brasileiros. Pensando nisso, o MundoManchete selecionou seis eletrodomésticos de diferentes categorias — air fryers, fornos elétricos, purificadores de água e geladeiras — que combinam praticidade e tecnologia, podendo ficar mais em conta durante o evento promocional.

Vale lembrar que os preços citados foram verificados durante a apuração da matéria, em junho de 2026, e podem mudar. Mas, com base no histórico de promoções do 6.6, a tendência é que os valores fiquem ainda mais baixos. Fique de olho.

Air fryer Philco PAF15C: a gigante versátil

Para quem busca uma air fryer com bastante espaço interno, a Philco PAF15C oferece 15 litros de capacidade em um design tipo forno. Funcionando com potência de 2.000 W, conta com dez funções pré-programadas, controle de temperatura de 80 °C a 200 °C e timer de até 60 minutos com desligamento automático. Além disso, acompanha grelha profunda de três litros, duas assadeiras, uma bandeja coletora e luz interna, proporcionando mais praticidade nos preparos. O revestimento antiaderente Redstone e a porta removível prometem facilitar a limpeza.

Nas Casas Bahia, este item pode ser encontrado por R$ 486. Os usuários da Amazon classificam a air fryer com 4,7 estrelas e elogiam o aquecimento potente, o amplo espaço interno e a facilidade de uso. Até o momento, não foram encontrados comentários negativos sobre o produto. Na visão do MundoManchete, esse modelo é ideal para famílias de até quatro pessoas que querem preparar refeições completas sem usar o forno tradicional.

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purificador de água IBBL E-Due: água gelada sem cheiro

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Ótima escolha para quem quer parar de depender de galões, o purificador IBBL E-Due 79073001 oferece água gelada e filtrada. Com reservatório de 800 ml, promete atender às necessidades diárias de até quatro pessoas e conta com o sistema “Girou, Trocou”, que facilita a substituição do refil — equipado com visor para indicar o momento da troca. Versátil, tem capacidade para abastecer recipientes de diferentes tamanhos graças à bica articulável, além de oferecer opções de água gelada, natural ou misturada.

Disponível no Magazine Luiza, este purificador pode ser adquirido por R$ 509. Os compradores do site classificam o produto com 4,9 estrelas e elogiam a qualidade da água, que sai bem gelada e sem cheiro ou gosto residual. Também apontam como pontos positivos o design atraente, a facilidade de instalação e o funcionamento silencioso. Por outro lado, consideram que o aparelho demora para gelar a água e que o material utilizado não transmite a mesma qualidade do restante do produto. Na visão do MundoManchete, a demora para gelar pode ser um ponto de atenção para quem tem pressa, mas a economia com galões de água mineral compensa o investimento a médio prazo.

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Air fryer Philco PFR2200: petiscos saudáveis para a família

Ideal para quem quer preparar petiscos de forma mais saudável, a air fryer Philco PFR2200 é um modelo versátil, capaz de assar, fritar sem óleo, reaquecer e desidratar alimentos sem engordurar a cozinha. Com 12 litros de capacidade e design tipo forno — incluindo duas assadeiras rasas, um cesto antiaderente de 3,5 litros e uma bandeja coletora —, permite o preparo simultâneo de diferentes receitas para toda a família, contando ainda com nove funções pré-programadas.

Este produto pode ser encontrado por R$ 522 no Magazine Luiza, onde recebe nota 4,7 de 5 estrelas. Nos comentários, a air fryer é elogiada pelo amplo espaço interno, pela versatilidade e pela eficiência em diversos preparos. No entanto, alguns relatam que o material enferruja com facilidade, tanto na parte externa quanto nas bandejas. Na visão do MundoManchete, esse é um ponto que merece atenção: se você cozinha com frequência e pretende usar a air fryer diariamente, vale a pena investir em um modelo com revestimento mais resistente.

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Forno elétrico Philco PFE65: o parceiro dos assados

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O Philco PFE65 pode ser uma boa escolha para quem precisa de um forno espaçoso para bolos, assados e receitas familiares sem investir em modelos de embutir. Com capacidade de 65 litros e potência de até 2.000 W, é capaz de aquecer, assar, tostar, gratinar, grelhar e descongelar alimentos. Também oferece duas resistências com seletor para melhor controle de preparo, enquanto a bandeja coletora de resíduos facilita a limpeza.

Com preços a partir de R$ 568, este forno elétrico pode ser encontrado nas Casas Bahia, onde recebe nota 4,8 de 5 estrelas. Os consumidores elogiam a ampla capacidade e o aquecimento rápido e potente, que possibilitam o preparo de receitas maiores com boa qualidade. Embora haja poucas críticas nesse site, em outros marketplaces alguns usuários sentem falta da função autolimpante. Na visão do MundoManchete, a ausência de autolimpeza não é um problema grave, já que a bandeja coletora removível facilita a manutenção diária.

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Forno de embutir Electrolux OE8EA: tecnologia para cozinhas planejadas

O forno de embutir Electrolux OE8EA é ideal para cozinhas planejadas. Com capacidade de 80 litros, o modelo oferece a tecnologia PerfectCook360, que combina cavidade selada e convecção para garantir que os alimentos assem por igual em um tempo até 30% menor. O produto conta com cinco modos de preparo — assar por convecção, assar tradicional, assar lentamente, assar massas e manter aquecido —, além das funções Dourar, Gratinar e AirFry com receitas pré-programadas.

Disponível na Amazon, este item pode ser adquirido por preços a partir de R$ 1.802. Os consumidores avaliam o forno com 4,8 estrelas e elogiam o design moderno e espaçoso, além do aquecimento rápido e da precisão da temperatura. Por outro lado, alertam que o aparelho pode liberar um odor incômodo durante o uso. Na visão do MundoManchete, esse odor é comum em fornos novos e tende a desaparecer após algumas horas de uso, mas é bom ficar atento caso o cheiro persista.

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Geladeira HQ 426MDFF: espaço e economia para famílias grandes

Para famílias grandes que precisam de uma geladeira espaçosa, a HQ-426MDFF pode ser uma ótima escolha graças à capacidade total de 426 litros, sendo 296 litros destinados ao refrigerador e 130 litros ao freezer. O modelo funciona com tecnologia Inverter, que proporciona maior economia de energia, e sistema Frost Free, eliminando a necessidade de descongelamento manual. Também oferece painel digital touch para controle de temperatura, resfriamento e congelamento rápidos, tecnologia Fresh Box na gaveta de frutas e legumes para controle de umidade e função inteligente que ajusta automaticamente a temperatura.

Esta geladeira pode ser encontrada a partir de R$ 3.359 nas Casas Bahia. Os compradores avaliam o produto com 4,9 estrelas e destacam a beleza, a eficiência no resfriamento e a boa organização interna. No entanto, os consumidores sentem falta de iluminação no freezer e relatam que as laterais do aparelho esquentam bastante. Na visão do MundoManchete, o aquecimento lateral é comum em geladeiras Inverter e não indica defeito, mas é importante garantir que o aparelho tenha espaço mínimo de 10 cm de cada lado para ventilação adequada.

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O que você deve fazer com essa informação

Agora que você já conhece os seis eletrodomésticos que podem ficar mais baratos no 6.6, o próximo passo é definir prioridades. Antes de comprar, compare os preços em pelo menos três lojas diferentes — as variações podem chegar a R$ 200 em um mesmo produto. Além disso, verifique se o vendedor é confiável e se o frete está incluso. Se possível, use ferramentas de histórico de preços para saber se o desconto é real ou apenas uma maquiagem. Por fim, lembre-se de que o 6.6 é uma data de liquidação, mas nem todo desconto vale a pena: foque nos itens que você realmente precisa e que vão facilitar sua rotina na cozinha.

Perguntas frequentes sobre o 6.6 e eletrodomésticos

1. O 6.6 realmente oferece descontos melhores que a Black Friday?

Depende. Historicamente, a Black Friday de novembro costuma ter descontos mais agressivos em eletrodomésticos de alto valor, como geladeiras e fogões. No entanto, o 6.6 tem se consolidado como uma boa oportunidade para itens de menor valor, como air fryers e purificadores, que podem ter quedas de preço de até 40%. A dica é monitorar os preços com antecedência e comparar com o histórico de novembro.

2. Como saber se o desconto do 6.6 é real?

Use sites e aplicativos que mostram o histórico de preços dos produtos, como Zoom, Buscapé ou o próprio Google Shopping. Se o produto estava custando R$ 600 durante todo o mês de maio e aparece por R$ 480 no 6.6, o desconto é real. Desconfie de ofertas que mostram um “preço original” muito inflado, como R$ 1.200, e depois caem para R$ 500 — isso pode ser uma maquiagem.

3. Vale a pena comprar eletrodomésticos usados no 6.6?

Não recomendamos. O 6.6 é uma data focada em produtos novos, com garantia de fábrica. Comprar usados em marketplaces pode trazer riscos de defeitos ocultos, falta de nota fiscal e dificuldade para acionar a garantia. Se o orçamento estiver apertado, prefira modelos de entrada de marcas confiáveis, que costumam ter preços competitivos durante a data.

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Fonte Original: techtudo.com.br

Foto: Reproducao / TechTudo

Instagram Plus: R$ 10 por mês e o que você ganha

O Instagram Plus finalmente chegou ao Brasil. Desde quinta-feira (4), brasileiros podem assinar a versão paga da rede social por R$ 10 mensais. A Meta, dona do Instagram, promete uma série de benefícios que vão desde stories mais longos até a possibilidade de espiar o conteúdo alheio sem ser notado. Mas, na prática, será que vale o investimento?

O movimento da empresa não é por acaso. A Meta está de olho em novas fontes de receita para financiar seus investimentos bilionários em inteligência artificial — algo entre US$ 125 bilhões e US$ 145 bilhões (R$ 630 a R$ 730 bilhões) nos próximos anos. E o brasileiro, como sempre, é um dos primeiros a testar a novidade fora da Europa.

O que muda no seu dia a dia com o Instagram Plus?

Na visão do MundoManchete, o principal atrativo do pacote é a mudança no comportamento dos stories. Eles passam a durar 48 horas — o dobro do padrão de 24 horas — e têm prioridade na linha do tempo dos seus seguidores. Isso significa que seu conteúdo aparece primeiro, antes dos stories de quem não assina.

Outra novidade que mexe com a dinâmica da rede: você pode criar vários grupos de melhores amigos. Hoje, o Instagram permite apenas uma lista. Com o Plus, você segmenta quem vê o quê. Quer postar um story só para a família e outro apenas para os colegas de trabalho? Agora dá.

Para quem é mais discreto, o Plus oferece o modo “espiar sem deixar visualização”. Você pode ver stories de terceiros sem que seu nome apareça na lista de visualizações. Útil? Polêmico? Depende do ponto de vista. Na prática, isso pode aumentar o voyeurismo digital, algo que a Meta parece ter identificado como um desejo não atendido dos usuários.

Stories que duram 2 dias: para quem isso é útil?

O story de 48 horas pode parecer um exagero para quem posta conteúdo efêmero. Mas pense em marcas, influenciadores ou pequenos negócios que usam o Instagram como vitrine. Um story que fica no ar por dois dias tem o dobro de chance de ser visto. Para o usuário comum, pode ser útil em viagens ou eventos — você não precisa se preocupar em postar tudo em um único dia.

A última vez que o Instagram fez uma mudança tão significativa nos stories foi em 2016, quando lançou o recurso. Desde então, o formato de 24 horas virou padrão em todas as redes sociais (WhatsApp, Facebook, TikTok). Quebrar essa regra é um movimento ousado da Meta, que pode forçar concorrentes a repensarem seus modelos.

Além disso, o Plus oferece métricas detalhadas: você descobre quantas vezes uma mesma pessoa reabriu seus stories. Para quem tem seguidores stalkers, isso pode ser revelador. E a pesquisa rápida na lista de visualizações ajuda a localizar usuários específicos — algo que hoje exige rolagem manual infinita.

Personalização e controle: o que mais vem no pacote?

O Instagram Plus também apela para quem gosta de personalizar a experiência. Você pode trocar o ícone do aplicativo no celular por alternativas exclusivas — algo que antes exigia apps de terceiros ou gambiarras. A fonte do perfil também pode ser alterada, dando um ar diferente à sua bio.

Outro recurso interessante: você pode fixar até seis publicações no perfil. Hoje, o limite é de três. Para artistas, fotógrafos ou profissionais que querem destacar portfólio, isso é um ganho real. E a opção de publicar direto no perfil ou nos destaques, sem passar pela linha do tempo, permite um controle mais fino sobre o que aparece para os seguidores.

As reações em tela cheia — animações que cobrem todo o display do destinatário — são o tipo de recurso que divide opiniões. Pode ser divertido

Na visão do MundoManchete, isso é um movimento estratégico para criar um ecossistema fechado, nos moldes do que a Apple faz com o iCloud+. A Meta quer fidelizar o usuário com benefícios que vão além da remoção de anúncios — que, aliás, não está incluída no Instagram Plus. Diferente do plano lançado na Europa em 2023, que tirava os anúncios para cumprir regulações de privacidade, o pacote brasileiro mantém a publicidade normalmente.

Para o WhatsApp, a Meta planeja assinaturas com modificações estéticas, pacotes de adesivos premium e alertas sonoros personalizados. A pergunta que fica: até onde o usuário está disposto a pagar por funcionalidades que antes eram gratuitas?

R$ 10 por mês: quanto isso pesa no bolso do brasileiro?

R$ 10 parece pouco, mas em um país com inflação acumulada de 4,5% nos últimos 12 meses e salário mínimo de R$ 1.518 em 2026, qualquer gasto recorrente precisa ser avaliado. O Instagram Plus custa o equivalente a uma assinatura de streaming como o Paramount+ ou metade do plano básico do Spotify. Para quem já paga Netflix, Amazon Prime e outros serviços, é mais um item na fatura.

Segundo dados do IBGE, o brasileiro médio gasta cerca de 3,5 horas por dia em redes sociais. Se você faz parte desse grupo, o Plus pode fazer sentido — especialmente se usa o Instagram para trabalho ou como vitrine profissional. Para quem só acompanha amigos e família, os benefícios podem não justificar o custo.

A Meta aposta que 5% a 10% dos usuários brasileiros devem aderir ao plano nos primeiros meses. Se considerarmos os 113 milhões de usuários ativos do Instagram no Brasil, estamos falando de um potencial de R$ 56 milhões a R$ 113 milhões por mês em receita adicional. Nada mal para começar.

O que você deve fazer com essa informação

Antes de assinar, avalie seu uso real do Instagram. Se você posta stories diariamente, tem um negócio ou é influenciador, os R$ 10 podem ser um investimento em alcance e métricas. Mas se você é um usuário casual, talvez espere — a Meta costuma liberar funcionalidades pagas para todos depois de alguns meses, como fez com o recurso de “melhores amigos” original.

Outra dica: fique de olho em promoções de lançamento. A Meta pode oferecer períodos de teste grátis ou descontos para os primeiros assinantes. E lembre-se: o Instagram Plus não remove anúncios. Se o que te incomoda é a publicidade, esse não é o plano certo para você.

Por fim, considere o impacto no seu orçamento. R$ 10 por mês são R$ 120 por ano. Dá para um jantar fora, um livro ou até uma recarga de celular. Pese os benefícios antes de clicar em “assinar”.

Perguntas frequentes sobre o Instagram Plus

O Instagram Plus remove os anúncios do aplicativo?

Não. Diferente do plano lançado na Europa em 2023, que custava cerca de €10 por mês e eliminava a publicidade, o Instagram Plus brasileiro mantém os anúncios normalmente. O foco do pacote é em funcionalidades extras, como stories mais longos, personalização e métricas. Se você quer uma experiência sem anúncios, essa não é a solução.

Posso assinar o Instagram Plus e compartilhar com minha família?

Por enquanto, o plano é individual e vinculado a uma única conta. Não há informações da Meta sobre planos familiares ou compartilhamento de benefícios entre contas. Cada usuário que quiser os recursos precisa pagar os R$ 10 mensais separadamente. No futuro, com o Meta One, é possível que surjam pacotes familiares, mas nada foi confirmado.

O que acontece se eu cancelar a assinatura no meio do mês?

Se você cancelar, os benefícios do Instagram Plus ficam ativos até o final do período já pago. Depois disso, sua conta volta ao modo gratuito padrão — stories de 24 horas, uma única lista de melhores amigos, ícone original e sem acesso às métricas detalhadas. Não há reembolso proporcional, então vale a pena testar o plano por um mês inteiro antes de decidir.

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Tags: Instagram Plus, Meta, rede social paga, stories 48 horas, assinatura Instagram


Fonte Original: infomoney.com.br

Foto: Reproducao / InfoMoney

Seu smartwatch pode estar causando ansiedade sem você saber

O alerta que veio de uma caminhada

Há algumas semanas, durante uma palestra sobre saúde mental e tecnologia, um participante compartilhou uma história que ilustra perfeitamente o paradoxo dos wearables. Ele havia acabado de fazer uma longa caminhada em uma trilha na serra e se sentia incrível. O ar puro, o exercício, a paisagem — tudo contribuía para uma sensação de bem-estar. Então, olhou para o smartwatch. Frequência cardíaca: 130 bpm. Pânico instantâneo. Em segundos, a euforia deu lugar a uma preocupação genuína. Trinta minutos depois, ele lembrou que a altitude elevada poderia explicar o número. Mas o estrago estava feito: ele passou de se sentir perfeitamente bem para se sentir péssimo — tudo por causa de um número no pulso.

Essa história não é um caso isolado. Milhões de brasileiros usam smartwatches, anéis inteligentes e pulseiras fitness para monitorar passos, sono e batimentos cardíacos. A promessa é clara: mais consciência sobre a própria saúde. Mas, para muitas pessoas, esses dispositivos estão gerando o efeito oposto. Em vez de tranquilidade, eles provocam ansiedade. E o pior: muitas vezes, o usuário nem percebe que o aparelho é o gatilho.

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O cérebro como máquina de previsão

Imagem ilustrativa

Para entender por que um número no pulso pode causar tanto estrago, é preciso entender como nosso cérebro funciona. Ele não é um mero receptor passivo de informações. Pelo contrário: é uma máquina de previsão. A todo instante, ele gera e atualiza um modelo mental do nosso corpo e do ambiente, comparando o que espera encontrar com o que os sentidos informam.

Esse processo é automático e incrivelmente rápido. Se ele não funcionasse assim, processar cada estímulo do zero seria lento e ineficiente. É por isso que você sente o celular vibrar no bolso quando está esperando uma mensagem importante — mesmo que ele não tenha vibrado. É também por isso que você consegue ler uma frase com erros de digitação, como “capza ed lre etsa farse”: seu cérebro prevê o que deveria estar ali e corrige automaticamente.

O mesmo princípio se aplica aos estados corporais. Nosso cérebro não apenas lê os sinais do corpo — ele os prevê. Passamos o dia com um modelo interno do que é “normal”: como a pulsação, a temperatura e a respiração devem se sentir quando estamos calmos, ativos ou nervosos. Quando a informação sensorial não corresponde a essa expectativa, o cérebro gera um “erro de previsão”. É um alerta de que algo não está como esperado.

Quando o smartwatch vira o vilão da história

A maioria dos erros de previsão é trivial. O cérebro os resolve automaticamente, atualizando o modelo e ajustando as expectativas. Você nem percebe. Mas, quando o erro chega ao nível da consciência, seu cérebro busca uma explicação. Se sua frequência cardíaca parece mais rápida que o normal, você pode associar isso ao café que tomou ou à subida de escadas. Como esperamos que o corpo varie ao longo do dia, essas explicações geralmente são suficientes para evitar preocupação.

O problema com os wearables é que eles oferecem uma leitura que parece clara, objetiva e inquestionável. Um número no visor. Quando esse número contradiz a sensação de bem-estar, o cérebro dá mais peso ao dado externo do que à sensação interna. Você se sente bem, mas o relógio diz 130 bpm. O erro de previsão se torna consciente e, sem uma explicação imediata, a ansiedade assume o controle.

Minha pesquisa indica que esse efeito é especialmente forte em pessoas propensas à ansiedade. Elas já tendem a prestar mais atenção aos sinais internos do corpo — um fenômeno chamado hipervigilância. Durante a pandemia de COVID-19, meus colegas e eu conduzimos um estudo que mostrou que, quanto mais ansiosa uma pessoa era, mais provável que ela monitorasse estados corporais com medidas objetivas, como medir a temperatura. Esse comportamento parece protetor, mas pode rapidamente se tornar um ciclo vicioso.

O ciclo vicioso da ansiedade e dos dados

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Estudos recentes confirmam que os wearables podem amplificar esse ciclo. Em uma pesquisa com pessoas que têm fibrilação atrial, os monitores de frequência cardíaca foram associados a verificações mais frequentes dos sintomas e a maior ansiedade. Outro estudo, com cerca de 500 usuários de smartwatches, encontrou o mesmo padrão: as pessoas relatavam ansiedade quando os dados fisiológicos pareciam anormais.

Alguns participantes chegaram a descrever uma sensação de dependência. Ficavam frustrados quando não podiam usar o dispositivo ou se esqueciam de carregá-lo. Outros reconheceram o efeito negativo e consideraram abandonar o aparelho de vez. Na visão do MundoManchete, esse é um alerta importante: a tecnologia que deveria nos ajudar a cuidar da saúde pode, na prática, estar nos deixando mais doentes — emocionalmente falando.

O ciclo funciona assim: você vê um número inesperado → fica preocupado → presta mais atenção ao corpo → percebe mais variações → fica mais ansioso → a ansiedade aumenta a atenção ao corpo → e assim por diante. A terapia para ansiedade, inclusive, muitas vezes trabalha para reduzir esse comportamento de busca por segurança. Quando as pessoas param de se hiperconcentrar no corpo, os sintomas tendem a diminuir.

Para quem o risco é maior?

Os wearables não afetam todo mundo da mesma forma. Para algumas pessoas, eles são fonte de tranquilidade e até reduzem a ansiedade. O problema é que ainda não sabemos exatamente por que isso acontece. O que as evidências atuais sugerem é que o efeito negativo é mais pronunciado em pessoas com tendência à ansiedade, em quem já tem transtornos de pânico ou hipocondria, e em condições onde o monitoramento excessivo do corpo pode ser prejudicial, como distúrbios alimentares.

Um estudo com 500 usuários mostrou que, para a maioria, os dados eram vistos como úteis. Mas uma minoria significativa relatou ansiedade, frustração e até dependência. Essas pessoas descreviam uma sensação de alívio quando tiravam o relógio — como se um peso tivesse sido retirado dos ombros (e do pulso).

Na prática, o que define se o dispositivo será benéfico ou prejudicial pode ser a relação que você estabelece com os dados. Se você usa o smartwatch como uma ferramenta de curiosidade e aprendizado sobre o próprio corpo, ele tende a ser positivo. Se você usa como um juiz implacável que dita se você está saudável ou doente, o risco de ansiedade aumenta.

Como usar o smartwatch sem pirar

Se você percebe que está se preocupando mais com os dados do que com o bem-estar real, a solução pode ser mais simples do que parece. Faça um experimento: deixe o dispositivo desligado por um dia inteiro. Ou, se possível, oculte os dados de frequência cardíaca e oxigenação. Observe como seu corpo se sente sem o monitoramento constante. Você pode descobrir que confiar no que sente é mais preciso do que confiar no que o relógio mostra.

Outra dica prática: não olhe os dados imediatamente após o exercício. Espere alguns minutos, quando a frequência cardíaca já tiver voltado ao normal. Isso evita o pânico instantâneo que o caminhante do início do artigo experimentou. E, se você tem histórico de ansiedade, considere limitar o uso a funções básicas, como número de passos, em vez de monitoramento contínuo de sinais vitais.

Por fim, lembre-se: a moderação é a chave. Os wearables são ferramentas, não oráculos. Eles podem oferecer pistas, mas não substituem a avaliação de um profissional de saúde. Se os dados estão gerando mais estresse do que benefício, talvez seja hora de repensar o uso. Como em muitas coisas na vida, o equilíbrio faz toda a diferença.

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O que você deve fazer com essa informação

A primeira coisa é se observar. Preste atenção em como você se sente quando olha os dados do seu wearable. Se a sensação for de alívio ou curiosidade, ótimo. Se for de preocupação, ansiedade ou frustração, talvez seja hora de ajustar o uso. Não espere ter uma crise de pânico para agir.

Segundo: converse com seu médico. Se você tem ansiedade ou tendência a monitorar excessivamente o corpo, pergunte a ele se o uso de wearables é recomendado no seu caso. Muitos profissionais já estão atentos a esse efeito e podem orientar o uso de forma mais segura.

Terceiro: faça pausas. Desligue o dispositivo um dia por semana. Use esse tempo para reconectar com as sensações naturais do corpo, sem a mediação de números e gráficos. Você pode se surpreender com o quanto seu corpo já sabe se comunicar — sem precisar de um relógio para traduzir.

Na visão do MundoManchete, a tecnologia deve servir ao bem-estar, não o contrário. Se o smartwatch está virando uma fonte de estresse, ele está falhando em sua função principal. E, nesse caso, a melhor decisão pode ser simplesmente tirá-lo do pulso.

Perguntas Frequentes (FAQ)

1. Todo mundo que usa smartwatch vai desenvolver ansiedade?
Não. Os wearables não afetam todo mundo da mesma forma. Para muitas pessoas, eles são ferramentas úteis que aumentam a consciência sobre a saúde e até reduzem a ansiedade. O risco é maior para quem já tem propensão à ansiedade, hipocondria ou tendência a monitorar excessivamente o corpo. Se você não se enquadra nesses perfis, as chances de desenvolver ansiedade por causa do dispositivo são baixas.

2. Como saber se meu smartwatch está me fazendo mal?
Preste atenção nos seus sentimentos ao usar o dispositivo. Se você sente alívio ou curiosidade ao ver os dados, o uso provavelmente é saudável. Se você sente preocupação, frustração ou uma necessidade compulsiva de verificar os números, pode ser um sinal de que o wearable está gerando ansiedade. Outro indicador é se você fica irritado ou ansioso quando não pode usar o aparelho. Nesse caso, vale a pena fazer uma pausa e reavaliar.

3. O que fazer se eu já estou me sentindo ansioso por causa do smartwatch?
A primeira medida é simples: desligue o dispositivo por alguns dias. Observe como você se sente sem o monitoramento constante. Se a ansiedade diminuir, considere limitar o uso a funções básicas ou usar o aparelho apenas durante o dia, sem monitoramento noturno. Se a ansiedade persistir mesmo sem o wearable, procure ajuda profissional. Um psicólogo ou psiquiatra pode ajudar a identificar a causa e oferecer estratégias para lidar com o problema.

Tags: smartwatch, ansiedade, saúde mental, wearables, frequência cardíaca


Fonte Original: g1.globo.com

Foto: Reproducao / G1

Rastreador de Jatos: Sinal dos Tempos ou Alerta Real?

O que é o Sistema de Alerta Precoce do Apocalipse?

O Sistema de Alerta Precoce do Apocalipse é uma iniciativa de Kyle McDonald, programador e artista de Los Angeles, que visa monitorar movimentos de jatos privados como um possível indicador de inquietação entre as elites globais. A ideia é que, se uma catástrofe iminente estivesse para acontecer, os super-ricos possivelmente saberiam antes, devido ao seu acesso privilegiado a informações estratégicas. Assim, um aumento anormal na atividade de jatos poderia ser interpretado como um sinal de alerta. O sistema utiliza dados de receptores de rádio que captam sinais ADS-B, comparando-os com padrões históricos para identificar desvios significativos.

Como o sistema funciona na prática?

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O rastreador de McDonald monitora cerca de 11 mil jatos privados e de fretamento, analisando sua atividade em tempo real. Ele estabelece uma linha de base histórica que considera padrões diários, semanais e feriados. Quando a atividade aérea ultrapassa cinco desvios padrão acima da média, um alerta é emitido. Isso pode ocorrer, por exemplo, em situações de crise geopolítica ou eventos globais significativos, embora também possa ser acionado por motivos banais, como feriados.

Qual o impacto desse sistema no cotidiano do brasileiro?

Na prática, para o brasileiro comum, o sistema pode parecer distante ou até mesmo irrelevante. No entanto, ele levanta questões sobre como informações privilegiadas podem influenciar decisões em tempos de crise. Se um evento global afetasse as elites, suas reações poderiam antecipar impactos que mais tarde chegariam ao público em geral, incluindo mudanças nos mercados financeiros ou políticas internacionais que afetam diretamente o Brasil.

Um olhar histórico sobre a vigilância e o poder

Imagem ilustrativa

A vigilância como ferramenta de controle não é novidade. Historicamente, governos e instituições usaram a coleta de dados para monitorar e controlar populações. O que McDonald faz é inverter essa lógica, utilizando a vigilância para observar os poderosos. Essa abordagem nos lembra que, muitas vezes, as elites têm acesso a informações que o cidadão comum não tem, e isso pode influenciar suas decisões em momentos críticos.

O papel da tecnologia na sociedade moderna

O uso de tecnologia avançada para monitorar padrões de voo também destaca como a tecnologia está cada vez mais integrada em todos os aspectos da sociedade. A capacidade de capturar e analisar grandes volumes de dados em tempo real pode ser tanto um benefício quanto uma preocupação, dependendo de como é utilizada. No caso de McDonald, ele vê seu trabalho como uma combinação de arte, ativismo e exploração tecnológica.

FAQ: Perguntas que você pode ter

Como esse sistema pode influenciar decisões financeiras?

Se o sistema detectar um aumento significativo na atividade de jatos, isso pode antecipar movimentos nos mercados financeiros, já que as elites poderiam estar reagindo a informações privilegiadas sobre uma possível crise.

O sistema é realmente confiável como um detector de apocalipse?

McDonald admite que o sistema não é um detector científico do apocalipse. Eventos comuns, como feriados, podem gerar níveis altos de alerta. Assim, é mais um termômetro das reações das elites do que um aviso definitivo.

Existe algum risco de privacidade associado a este sistema?

O sistema de McDonald utiliza dados públicos de voos, mas o conceito levanta questões sobre o equilíbrio entre vigilância e privacidade, especialmente em um mundo onde a coleta de dados está em constante crescimento.

O que você deve fazer com essa informação

Compreender o funcionamento e as implicações do Sistema de Alerta Precoce do Apocalipse nos faz refletir sobre o papel da tecnologia e da vigilância em nossas vidas. É importante estar ciente de como informações e reações das elites podem impactar nossa sociedade e, potencialmente, nossas vidas diárias. Para o brasileiro, isso significa ficar atento às tendências globais que podem ter reflexos diretos no contexto nacional, seja em termos econômicos ou políticos.

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Tags: rastreador de jatos, tecnologia, vigilância, elites, Kyle McDonald


Fonte Original: g1.globo.com

Foto: Reproducao / G1

Guia: como ter todos os documentos no celular em 2026

Você já saiu de casa sem a carteira e ficou preocupado com uma blitz? Em 2026, muitos documentos oficiais podem estar no seu celular, com a mesma validade do papel. O governo federal e os estados estão ampliando as versões digitais de RG, CNH, Carteira de Trabalho, título de eleitor e a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN).

Neste guia, você vai descobrir quais documentos já podem ser usados no smartphone, como baixar cada um, se eles realmente substituem o físico e o que fazer se a bateria acabar. Preparamos também um FAQ com as dúvidas mais comuns e dicas práticas para você se organizar.

Quais documentos dá para ter no celular hoje?

Em 2026, a lista de documentos oficiais com versão digital é ampla. Veja os principais:

  • CIN Digital – A nova Carteira de Identidade Nacional, que unifica o número do CPF como identificador único. Disponível no app gov.br após a emissão presencial no seu estado.
  • RG e CPF – O RG tradicional vale até 2032. Alguns estados têm versão digital própria. O CPF, desde 2011, só existe em formato digital (consulte no site da Receita Federal).
  • CNH Digital e CRLV Digital – Ambos no app Carteira Digital de Trânsito. Valem para blitz e consultas do veículo.
  • Carteira de Trabalho Digital – Substitui a física para consulta de vínculos, salários e contratações. Acesso via conta gov.br.
  • e-Título – Versão digital do título de eleitor. Mostra local de votação e situação cadastral.
  • Documento Nacional do Estudante (DNE) – A “carteirinha de estudante” digital, válida para meia-entrada. Baixe no app DNE Digital.

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documento digital tem a mesma validade do físico?

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Sim, desde que apresentado pelo aplicativo oficial do órgão emissor. A legislação brasileira reconhece a equivalência jurídica para a CNH Digital, o CRLV Digital, o e-Título e a CIN Digital, entre outros. Na prática, um policial rodoviário ou um agente de trânsito pode aceitar a versão eletrônica sem exigir o papel.

No entanto, é bom lembrar: o documento digital só vale se o app estiver funcionando corretamente e o celular estiver ligado. se o aparelho travar, descarregar ou apresentar defeito, você pode ter problemas. Por isso, muitos especialistas recomendam manter uma cópia física de backup, principalmente para a CNH e o CRLV.

Quando o digital substitui de vez o físico?

Na maioria das situações cotidianas, sim. Você pode usar a CNH Digital numa blitz, apresentar o e-Título na hora de votar e mostrar a Carteira de Trabalho Digital para um novo empregador. A Justiça Eleitoral, por exemplo, já orienta os eleitores a levar apenas o celular com o aplicativo aberto.

Contudo, há exceções. Alguns órgãos públicos ou estabelecimentos podem exigir o documento físico para determinados procedimentos (como tirar segunda via de um registro ou fazer matrícula em escola). Além disso, em regiões com pouca cobertura de internet, pode ser difícil carregar o documento na hora. Por segurança, tenha sempre uma via impressa ou foto do documento salva no celular.

Como baixar e usar cada documento no celular

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O passo a passo é simples, mas exige atenção. Primeiro, crie uma conta no gov.br (nível prata ou ouro, dependendo do documento). Depois, instale os aplicativos oficiais:

  • gov.br – Para a CIN Digital e outros serviços federais.
  • Carteira Digital de Trânsito – Para CNH e CRLV.
  • Carteira de Trabalho Digital – Para dados trabalhistas.
  • e-Título – Para o título de eleitor.
  • DNE Digital – Para a carteirinha de estudante.
  • Meu SUS Digital – Para histórico de vacinação e cartão do SUS.
  • Meu INSS – Para benefícios previdenciários.

Em cada app, você precisará fazer login com a conta gov.br e, em alguns casos, realizar reconhecimento facial ou digitar um código de verificação. Depois de validado, o documento fica disponível offline (mas é bom testar antes de sair de casa).

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Outros apps que reúnem dados oficiais

Além dos documentos de identificação, existem aplicativos que concentram informações importantes do cidadão:

  • Meu SUS Digital – Acesso ao Cartão Nacional de Saúde, histórico de vacinas e certificados.
  • Meu INSS – Consulta de benefícios, emissão de extratos e agendamento de perícias.
  • Cadastro Único – Para quem recebe Bolsa Família ou outros programas sociais. Permite verificar dados cadastrais.

Esses apps não substituem os documentos de identificação, mas são úteis para o dia a dia, especialmente em consultas médicas ou para comprovar renda.

O que você deve fazer com essa informação

Se você ainda não tem os documentos digitais, o momento de organizar isso é agora. Comece baixando o app gov.br e criando sua conta. Depois, instale os aplicativos dos documentos que mais usa: CNH Digital se você dirige, Carteira de Trabalho Digital se está empregado, e-Título se vai votar em outubro.

Uma dica importante: mantenha o celular sempre com bateria suficiente e, se possível, tenha uma cópia impressa dos documentos essenciais (CNH e RG) na gaveta do carro ou na carteira. Assim, você não fica na mão se o aparelho falhar.

Por fim, fique de olho nas atualizações. A CIN está sendo implantada aos poucos nos estados. Consulte o site do seu governo estadual para saber quando a versão digital estará disponível para você.

Perguntas frequentes

Preciso ter internet para usar o documento digital?

Não necessariamente. A maioria dos apps oficiais (como a CNH Digital e o e-Título) permite o download dos dados para acesso offline. Mas é recomendável abrir o app pelo menos uma vez com internet para sincronizar as informações. Se você estiver sem sinal no momento da abordagem, o documento pode não carregar.

O documento digital pode ser recusado em algum lugar?

Sim, em situações muito específicas. Por exemplo, alguns cartórios ou órgãos públicos podem exigir o documento físico para autenticação de firma ou registro. Mas, no dia a dia, a versão digital é aceita em blitz, votação, consultas médicas e na maioria dos estabelecimentos comerciais.

Como faço para emitir a CIN Digital?

Primeiro, você precisa emitir a Carteira de Identidade Nacional presencialmente no Poupatempo ou no instituto de identificação do seu estado. Após a emissão, o documento aparece automaticamente no app gov.br. Se não aparecer, tente fazer logout e login novamente. O prazo de disponibilização pode variar de algumas horas a 5 dias úteis.

Tags: documentos digitais, celular, gov.br, CNH digital, Carteira de Trabalho Digital, e-Título, CIN


Fonte Original: techtudo.com.br

Foto: Reproducao / TechTudo

Novos Recursos do WhatsApp para a Copa 2026

Introdução

O WhatsApp, uma das principais plataformas de mensagens do mundo, anunciou recentemente uma série de novos recursos especialmente projetados para a Copa do Mundo da FIFA 2026, que está prestes a começar. Esses recursos visam melhorar a experiência dos usuários durante o torneio, permitindo que eles acompanhem e interajam com os eventos de forma mais envolvente.

Atualização Temporária do Emoji de Futebol

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Uma das novidades mais interessantes é a atualização temporária do emoji de futebol. Durante a Copa do Mundo 2026, o emoji de futebol será substituído por uma versão especial que representa a Trionda, a bola oficial do torneio. Essa mudança é uma forma de o WhatsApp se integrar ao evento e oferecer aos usuários uma forma única de expressar seu entusiasmo pelo futebol.

Lançamento do Status de Canal

O WhatsApp também lançou o Status de Canal, uma ferramenta que permite que administradores de canais publiquem atualizações que desaparecem após 24 horas. Essa funcionalidade é semelhante ao recurso de status do WhatsApp, mas é projetada especificamente para canais, permitindo que os administradores compartilhem informações importantes ou atualizações sobre o torneio de forma eficaz.

Efeitos Temáticos para Chamadas de Vídeo

Imagem ilustrativa

Para tornar as chamadas de vídeo mais divertidas e temáticas, o WhatsApp introduziu efeitos especiais inspirados no futebol. Esses efeitos podem ser usados durante as chamadas de vídeo, permitindo que os usuários mostrem seu apoio aos times favoritos ou simplesmente se divirtam com amigos e familiares enquanto assistem aos jogos.

Novas Figurinhas Inspiradas no Futebol

Além disso, o WhatsApp lançou novas figurinhas inspiradas no futebol, que podem ser usadas para adicionar um toque de diversão às conversas. Essas figurinhas são uma forma de os usuários expressarem seu entusiasmo pelo esporte e interagirem de forma mais criativa durante o torneio.

Guia Especial para a Copa do Mundo

Para ajudar os usuários a se manterem atualizados sobre a Copa do Mundo 2026, o WhatsApp criou um guia especial que reúne conteúdos relacionados à competição. Esse guia oferece uma forma conveniente de acessar notícias, resultados e outras informações importantes sobre o torneio, tudo em um só lugar.

O que Isso Muda para o Usuário Comum?

Esses novos recursos do WhatsApp significam que os usuários terão uma experiência mais rica e interativa durante a Copa do Mundo 2026. Eles poderão se conectar com outros fãs de futebol, compartilhar momentos emocionais e se manterem informados sobre o torneio de forma mais conveniente do que nunca.

Perguntas Frequentes

1. Como posso acessar os novos recursos do WhatsApp para a Copa do Mundo 2026?
Para acessar os novos recursos, basta atualizar o aplicativo WhatsApp para a versão mais recente. Os recursos serão automaticamente disponibilizados após a atualização.

2. Posso usar os efeitos temáticos para chamadas de vídeo em qualquer conversa?
Sim, os efeitos temáticos para chamadas de vídeo podem ser usados em qualquer conversa, não apenas em grupos ou canais relacionados à Copa do Mundo.

3. O guia especial para a Copa do Mundo estará disponível após o término do torneio?
O guia especial foi projetado para ser uma ferramenta útil durante a Copa do Mundo 2026. Embora não haja confirmação oficial sobre a disponibilidade do guia após o torneio, é provável que ele seja removido ou atualizado após a competição.

O que Você Deve Fazer com Essa Informação

Agora que você sabe sobre os novos recursos do WhatsApp para a Copa do Mundo 2026, é hora de começar a explorá-los. Atualize o aplicativo, experimente os efeitos temáticos, compartilhe figurinhas com amigos e use o guia especial para se manter informado sobre o torneio. Com esses recursos, você estará pronto para aproveitar ao máximo a Copa do Mundo 2026 no WhatsApp.

Tags: WhatsApp, Copa do Mundo 2026, Recursos Novos, Futebol


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Golpe do BeatBanker: como o trojan bancário está…

Introdução ao BeatBanker

Um trojan bancário chamado BeatBanker está sendo usado por cibercriminosos para aplicar golpes financeiros em brasileiros, utilizando o nome do INSS como isca. A ameaça, identificada por pesquisadores da Kaspersky, se espalha por meio de um site falso que imita a Google Play Store e oferece um aplicativo malicioso chamado ‘INSS Reembolso’. Após ser instalado no celular da vítima, o malware age silenciosamente para interceptar transações bancárias, minerar criptomoedas e até permitir o controle remoto do dispositivo.

O que é o BeatBanker e como ele usa o nome do INSS para enganar vítimas

Imagem ilustrativa

O BeatBanker é um trojan bancário brasileiro voltado para dispositivos Android que já circula em diferentes campanhas ao longo do ano. A cada novo ciclo, os criminosos mudam o tema da isca — reembolso do INSS, ressarcimento do FGC ou até aplicativos populares como Starlink — mas a mecânica permanece a mesma: convencer a vítima a instalar voluntariamente o arquivo malicioso.

A estratégia é tornar os golpes mais convincentes e aumentar as chances de a vítima baixar o aplicativo malicioso ou fornecer informações pessoais, explica Fabio Assolini, Lead Security Researcher da Equipe Global de Pesquisa e Análise da Kaspersky para a América Latina.

Como funciona o golpe dos aplicativos falsos que imitam a Play Store

O golpe começa em uma página fraudulenta criada para se parecer visualmente com a Google Play Store. O nível de imitação é alto o suficiente para enganar usuários desatentos: a página replica elementos da loja oficial e apresenta o aplicativo ‘INSS Reembolso’ como uma solução legítima vinculada ao instituto. A vítima chega até a página por links distribuídos via SMS, WhatsApp, redes sociais, e-mails ou anúncios falsos.

Trojan consegue acessar apps bancários e alterar transferências Pix

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Depois de instalado, o BeatBanker usa uma estratégia incomum para continuar ativo em segundo plano sem ser desligado pelo sistema operacional: ele reproduz continuamente um áudio quase inaudível — o ‘beat’ silencioso que deu nome ao malware. O trojan opera discretamente enquanto o usuário utiliza o celular normalmente. A ação começa quando ele detecta a abertura de aplicativos financeiros.

Quais sinais indicam que uma mensagem ou ligação supostamente do INSS pode ser falsa

O principal elemento dos golpes ligados ao INSS é a criação de urgência. Ameaças de bloqueio imediato de benefício, prazos curtos para regularização cadastral e promessas de reembolso com data limite são usados para pressionar a vítima antes que ela consiga verificar a autenticidade do contato.

Por que baixar APK fora da loja oficial ainda é um dos maiores riscos no Android

Quando um usuário instala um APK enviado por link, ele precisa desativar manualmente uma proteção nativa do Android, que é a restrição a fontes desconhecidas. É nessa brecha que o BeatBanker e outros malwares bancários conseguem entrar no aparelho.

O que fazer imediatamente após instalar um app suspeito ou notar movimentações estranhas na conta

Ao perceber movimentações não reconhecidas na conta ou suspeitar de um aplicativo instalado recentemente, o primeiro passo é desconectar o celular da internet — tanto Wi-Fi quanto dados móveis. Isso interrompe a comunicação do malware com os servidores controlados pelos criminosos.

FAQ

P: O que é o BeatBanker?

R: O BeatBanker é um trojan bancário brasileiro que se espalha por meio de um site falso que imita a Google Play Store e oferece um aplicativo malicioso chamado ‘INSS Reembolso’.

P: Como o BeatBanker age?

R: O BeatBanker age silenciosamente para interceptar transações bancárias, minerar criptomoedas e até permitir o controle remoto do dispositivo.

P: Como me proteger do BeatBanker?

R: Para se proteger, é importante baixar aplicativos apenas nas lojas oficiais, nunca instalar APKs enviados por links e manter o sistema operacional e os aplicativos sempre atualizados.

O que você deve fazer com essa informação

Com essa informação, você pode tomar medidas para se proteger do BeatBanker e outros malwares bancários. Lembre-se de sempre verificar a autenticidade dos contatos e não fornecer informações pessoais ou instalar aplicativos suspeitos.

Tags: BeatBanker, Trojan Bancário, Golpe, INSS, Kaspersky


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